quinta-feira, 24 de março de 2011

Marvel Super Heroes - War of the Gems

Gênero: Ação
Ano: 1996
Fabricante: Capcom

Em 1996 foi criado pela Capcom um jogo de luta chamada Marvel Super Heroes, este trazia os heróis clássicos da Marvel para dentro de verdadeiras arenas em disputas frenéticas.

Creio que vendo que aqueles heróis deram certo em jogos de luta por que não fazer o mesmo estilo em um jogo de aventura? A resposta é Marvel Super Heroes: War of the Gems um grande clássico para Snes que trazia uma verdadeira aventura contra o mal.

Na trama o vilão Thanos quer se apossar das Jóias do infinito, itens que não devem cair em mãos erradas, eis então que Adam Warlock convoca os heróis Homem Aranha, Wolverine, Capitão America e Hulk na missão de recuperar os artefatos. O game é baseado em uma das saga criadas para HQ conhecida como “Desafio Infinito”. Garanto que o game não é infinito mas tem muito desafio.

Com uma historia um pouco fraca demais, o game tem há oferecer muito desafio. Cada personagem possui vantagens em determinada fase e caso ele venha a falecer pode ser revivido com o certo item adquirido.
As habilidades dos personagens se enquadram no game perfeitamente e para desferir os golpes especiais é necessário realizar combinações entre os botões como em jogos de luta, no jogo é possível adquirir itens que deixam os personagens mais fortes ou com mais energia. A jogabilidade em si faz lembrar um game beat’up mas devido ao game ser apenas em side-scrolling não dá para considerá-lo, mas garanto que o game possui diversão e desafio como todo jogo do estilo citado.

A qualidade gráfica do game consegue agradar muito, os cenários são muito bem desenhados e os personagens possuem um designer 2D de primeira semelhante ao game de luta antecessor lançado para arcade.
Vale lembrar também que o jogo possui um dedo de Megaman, não por ser plataforma ou por seus chefes terem vantagens e desvantagens contra alguns heróis, mas sim pela sua incrível dificuldade, por exemplo, seu personagem sendo o Hulk consegue apanhar muito fácil dos inimigos e as fases razoavelmente grandes conta com vários momentos de dificuladade.

Com gráficos bonitos, um enredo que dá para levar e muito desafio, War of the Gems consegue ser uma verdadeira aventura digna para Snes faltando apenas um modo para dois jogadores.


Créditos Review: Victor Cândido


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quinta-feira, 17 de março de 2011

Alcahest

Fabricante: Hal Laboratory Inc 
Gênero: Ação/Rpg 
  Ano de lançamento: 1993
 
O começo...
A história deste game é bastante simples, mas bastante atraente.
De mil em mil anos uma estrela vermelha brilha no céu, daí Alcahest, a entidade do mal sai do mundo obscuro para o nosso mundo. Em sua primeira aparição um guerreiro dotado de força, inteligência e dos quatro Guardiões Elementais conseguiu selar por mais mil anos o monstro Alcahest. Porém, o tempo se passou e você, Alen, deve selar Alcahest novamente.Mas primeiro lugar você deverá capturar os quatro Guardiões Elementais(vento, água, fogo e terra) e fazer como o primeiro guerreiro, acabar com Alcahest.
Durante sua aventura você encontrará cinco guerreiros dotados de cinco habilidades especiais.Garstein, o mago, princesa Elikshil, capaz de curar seus machucados, o guerreiro Sirius, Magna, o cibórgue e Nevis, a Deusa Dragão.

Gráficos
Alcahest nos mostra gráficos muito bons levando em conta o poder dos 16 bits da época.Os cenários oferecem muita atrações, com bastante variedade. Além de montanhas do inicío, você passará por cavernas escuras com lava, palácios destruídos, fortalezas tecnológicas, masmorras e etc... O personagens são bem detalhados e coloridos.Os chefes foram muito bem feitos, pode se dizer que um melhor que o outro,porém os inimigos são muito repetitivos, trocando apenas a sua cor durante o jogo.

Jogabilidade
O ponto forte deste jogo fica na jogabilidade.Basicamente você deve guiar o personagem através dos cenários, porém, irá enfrentar vários obstáculos.Não é necessário entrar em detalhes pois um bom conhecedor de RPG sabe da jogabilidade. Simplesmente excelente a jogabilidade, vale relembrar.

Som
A ovelha negra do jogo. Os efeitos sonoros são horríveis, explosões são chiados e os monstros e chefes emitem barulhos que até ouvir seu vizinho quebrando o pau é mais entusiasmador.O único efeito que presta é a da espada. A música também é muito desanimadora infelizmente.
Créditos Review: meiokilo36

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Bubsy in Claws Encounters of the Furred Kind

Fabricante: Accolade
Gênero: Aventura

Ano de lançamento: 1992

Bubsy foi praticamente o mascote da Accolade, empresa que não teve tanto sucesso assim no mundo dos games. Porém, Bubsy fez um sucesso bastante considerável, tanto é que teve a segunda versão, um título pro obscuro Jaguar, o remake deste primeiro para PC chamado Super Bubsy e o bem mediano Bubsy 3D para PS1. Além de tudo o gato ganhou seu próprio desenho animado que acabou não vindo ao Brasil.

Este primeiro da saga é bastante engraçado; Bubsy faz algum comentário cômico antes de cada fase (como “Did…I mention I don’t like heights?”, “Shouldn’t that be FEARLESS? Uh-oh…”, “My contract does NOT mention paint.”, “Is there a veterinarian in the audience?”…), as músicas do game te dão um clima maior de diversão e é muito hilário ver Bubsy se espatifando no chão ou perdendo os lifes de outros jeitos.

No final de cada Stage você recebe um Passcode mas muitos perguntam “onde diabos eu uso isso?!”. Aí que tá, é só clicar Select na tela de título que vai para o menu de opções em geral. Quanto aos ítens, você tem as bolas de lã que fazem aumentar seus pontos no fim das fases, os pontos de exclamação que servem de Checkpoint, camisas com número 1 (1up), 2 (2up), pretas (Bubsy gótico?), com ponto de exclamação piscando (invencibilidade) e outros menos úteis.

Muita gente quando vê o game encontra semelhanças enormes com o clássico Sonic; Bubsy dispara numa velocidade alta, os cenários fazem lembrar, as bolas de lã seriam como as argolas, etc., mas são apenas ilusões de ótica, o game em si é bem distinto. Recomendado para todos os públicos pôr o Bobcat pra encarar os aliens neste divertido plataforma!

Créditos Review: Max Carnage

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Choplifter III - Rescue Survive

Fabricante: Beam Software
Gênero: Estratégia
Ano de lançamento: 1993

Em Choplifter III você não controla um personagem humano, o protagonista nada mais é do que um helicóptero no qual possui uma missão, salvar prisioneiros de guerra em diferentes cenários, a tarefa aparenta ser fácil, porém o jogo consegue ter uma dificuldade razoável que consegue prender o jogador em diversos apuros.

O sistema de jogo é horizontal semelhante a muitos jogos de “navinha” vistos por ai, porém o jogo possui seu brilho próprio, diferente do voar e atirar dos outros games aqui você só consegue ir ao seu objetivo resgatando seus prisioneiros, é como Flick aquele jogo do passarinho para Mega Drive, só que agora você possui um arsenal pra lá de Rambo para realizar sua tarefa.

Ao todo são 4 fases sendo que cada uma delas tem cerca de 3 partes e todas só são concluídas se você resgatar seus prisioneiros, os cenários vão de uma floresta que lembra muito o Vietnã até uma cidade pós-apocaliptica um cenário todo destruído e cheio de desafios que fazem com que o jogador sofra um pouco para realizar seu objetivo.

O jogador possui um grande pacote de armas além de sua arma básica na qual dispara projetéis no qual só é eficaz contra os inimigos pequenos, logo apos esta arma você adquiri grandes explosivos que vão de mísseis tele-guiados até uma espécie de bomba H na qual deixa toda a tela vermelha e os inimigos vão para o inferno.

Na parte gráfica o jogo consegue ser bem convincente, os cenários chegam a ser bem detalhados e os veículos tanto inimigos como seu helicóptero são bem desenhados, a trilha sonora recebe grandes efeitos para a época e os temas encaixam-se perfeitamente ao cenário que lhe é apresentado, sendo esse um dos pontos fortes do game.

Com gráficos bacanas e muita diversão, Choplifter III consegue prender o jogador em uma aventura que merece ser apreciada com muita ação e diversos desafios.

Créditos Review: Victor Cândido

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Hamelin no Violin Hiki

Fabricante: Enix
Gênero: Aventura/Puzzle
Ano de lançamento: 1995
Algumas vezes nos deparamos com agradáveis surpresas ao fuçar em diretórios de roms com milhares delas disponíveis. Hoje em dia é bem prático baixar pacotes completos de jogos de Super Nes, Mega Drive ou qualquer outro sistema, tendo em pouco tempo todo o acervo de jogos e ainda alguns que jamais saíram deste lado do planeta.

Em alguns casos, até mesmo jogos que o sistema nem chegou a ver, como protótipos e demos. Enfim, na minha lista de roms de SNES, tem um jogo que sempre me intrigou (entre vários) mas eu nunca dei atenção suficiente. Este jogo é Hamelin no Violin Hiki, um jogo de plataformas repleto de puzzles pro Super Nintendo.

Trata-se, antes de mais nada, de um jogo baseado num anime francês, com o nome de Le Violenist de Hamelin. A história do anime gira em torno da luta de Flute (personagem principal) contra demônios após a queda da rainha de seu reino. Para isso, conta com a ajuda de Hamel, especialista em usar a música como arma contra os inimigos.

No game, tudo começa com Flute sendo atacada por monstros e Hamel dando conta do recado e salvando a mocinha. Após isso, ambos partem em busca de respostas pra toda essa confusão. O enredo é bacana e é contado conforme o avanço do jogo, como se fosse um RPG de ação. Existem lojas na cidade, onde se compra desde itens pra repor energia até mais tempo pra fases entre outros trecos.

Controlamos Hamel, o tal violinista que usa um violino pra atacar (não diga). Seu violino dispara notas musicais capazes de destruir todo tipo de inimigo. Além dele, temos uma ave que é praticamente um parceiro eterno do protagonista e a Flute, a garota que é uma mão na roda no jogo (jajá falarei disso).

Os gráficos do jogo são lindos, tudo é muito colorido, muito bem desenhado e as fases possuem um design limpo e muito criativo. 

Aliás, o jogo brilha em todos os quesitos, mas nos gráficos moram a beleza maior. Tudo, desde menus, mapas e inimigos, parecem que foram feito com todo capricho do mundo, o que me faz estranhar o porque desse jogo nunca ter sido lançado por essas bandas...

As músicas são todas muito bacanas, indo desde temas mais simples até melodias complexas, mudando de acordo com o ambiente de jogo. Os efeitos sonoros não ficam atrás e cumprem bem seu papel.

Enfim, falemos então da mecânica do jogo. Flute é a peça central disso tudo. Enquanto Hamel cuida da parte pesada, Flute é usada como cérebro do jogo. O que ocorre é que Flute é capaz de se transformar em um sem número de coisas, indo desde sapos que pulam mais alto até robôs, carrinhos, uma EMA que anda sobre espinhos e mais um monte deles que nem cheguei a conhecer.

Adicionando isso ao belo design das fases e aos puzzles, temos um jogo com muita ênfase na exploração e raciocínio antes da força bruta. Claro, Hamel ataca muito bem com seu violino, pula, plana (apertando pra cima após saltar), ou seja, faz todas as peripécias de qualquer personagem de um jogo de plataforma. Mas, sem Flute, o jogo seria só mais um no imenso mar de jogos de plataforma de qualidade pro SNES.

Ambos tem energia, o que acarreta ao jogador programar muito bem cada passo. Flute não morre, mas começa a perder o dinheiro caso sua energia acabe. Para repor, existem frutas espalhadas pelas fases. Flute também aceita os comandos de seguir ou parar, fundamentais para resolver alguns puzzles. Aliás, o jogo difere-se de forma brutal de qualquer outro jogo no estilo que eu tenha jogado.

Bom, pra quem ainda não conhece, recomendo que corra atrás do jogo, existem as versões original japonesa, traduzida pro inglês e até uma tradução pro português, que ficou bem bacana. Recomendo à todos os amantes de Wonder Boy in Monster World e similares, pois ele lembra bastante essa série.

Créditos Review: Cosmão

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terça-feira, 15 de março de 2011

The Lost Vikings

Fabricante: Interplay
Gênero: Aventura/Puzzle
Ano de lançamento: 1992
Erik, Baleog e Olaf três vikings sequestrados pelo imperador Tomatordo do império Croutonian, para servirem de animais em um zoológico inter-galáctico, com esse roteiro irreverente você se prepara para ajudar nossos amigos a fugir dessa confusão.

Um Plataforma Puzzle no qual a uma imensa valorização do trabalho em equipe, aonde só passa de “fase” quem utilizar de forma correta as combinações de seus conjuntos únicos de habilidades. Controlando os 3 vikings, não simulataneamente e podendo alterar a qualquer momento entre eles enquanto os outros dois vão aguardar pacientemente pela sua vez para utilizar suas habilidades unicas que são:

* Erik pode correr mais rápido que os outros dois, pode saltar, e pode bater por algumas paredes (e inimigos), com seu capacete. (” É muito bom ter bons amigos. “)Lembra ?
* Baleog pode matar inimigos com sua espada, ou à distância com seu arco. O arco também pode ser usado para bater interuptores a partir de uma certa distância.
* Olaf pode bloquear os inimigos e os seus projéteis com seu escudo, use seu escudo como uma asa delta , ou como um trampolim para Erik que lhe permita alcançar elevado motivos que não é possível sem o escudo.

O jogo se passa em cinco mundos, cada um constituído de múltiplos níveis com sua própria variedade de armadilhas e inimigos, pelo qual você deve passar por esse mundos se perder nenhum viking(se não recomeça o nivel todo outa vez). Com muitos quebra-cabeças que a cada etapa ficam mais complexo e exigentes sempre apresentados de forma lógica e razoável.

Provavelmente seu viking serão aplainados, incendiados, eletrocutados, ou mumificado bastante vezes antes que você possa finalmente acertar e terminar o jogo, mais concerteza você irá se divertir bastante.


Créditos Review: Ighor Henrique

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Bomberman B-Daman

Fabricante:Hudson Soft
Gênero: Puzzle/Estratégia
Ano de lançamento: 1996

Bomberman B-Daman é diferente de todas as outras versões do jogo.É diferente pra caramba e muito complicado.Agora com apenas uma bomba você tem de detonar todas as outras.Não preciso nem dizer que é essencial esperar a hora certa para,então,explodir o maior numero de bombas possíveis numa só tacada.Pode não ser tão simples.Quando você está pronto para detonar um montão de bombas,elas se movem e acabam com a sua jogada,Além disso,você tem de passar por obstáculos,fazer curvas com as bombas e acender pavios.

São dez estágios com dez fases cada.Quer dizer,cem etapas,uma mais difícil que a outra.Você ainda pode jogar com seus amigos,ou inimigos.No modo Battle jogam até quatro pessoas,que devem detonar os adversarios com suas bombas.O negócio é raciocínio,rapidez e muita malandragem.

O game conta com gráficos bem bacanas,mas nada de inovador.As musicas são bem animadas e que combina com cada cenário e situação do jogo.
Para os fãs de Bomberman ,vale dar um a conferida,e testar as suas habilidades nessa nova jogabilidade que o jogo propõe.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Lista dos jogos mais vendidos do Super Nintendo

A era dos 16-bits ficou marcada pela primeira grande batalha de consoles da história da década de 90. O Super Nintendo e o Mega Drive conflitavam de maneira intensa e, felizmente, presentearam o jogador com um arsenal de títulos excelentes.

O SNES se tornou um sucesso global, com gráficos estonteantes e jogos que se tornaram indispensáveis na vida dos usuários. O retorno triunfal de Mario, a nova aventura de Link, o simpático Donkey Kong e mais centenas de títulos renderam cerca 379 milhões de jogos vendidos.

Confira a seguir os jogos mais vendidos do Super Nintendo:
* Super Mario World (20 Milhões)
* Donkey Kong Country (8 Milhões)
* Super Mario Kart (8 Milhões)
* Street Fighter II (6.3 Milhões)
* The Legend of Zelda: A Link to the Past (4.61 Milhões)
* Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest (4.37 Milhões)
* Street Fighter II Turbo (4.1 Milhões)
* Super Mario World 2: Yoshi's Island (4 Milhões)
* Dragon Quest VI (3.2 Milhões no Japão)
* Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble! (2.89 Milhões)
* Dragon Quest V (2.8 Milhões no Japão)
* Final Fantasy VI (2.55 Milhões no Japão)
* Final Fantasy V (2.45 Milhões no Japão)
* Super Mario All-Stars (2.12 Milhões no Japão)
* Chrono Trigger (2.03 Milhões no Japão)
* Super Street Fighter II (2 million)
* Secret of Mana (1.83 Milhões)
* Aladdin (1.75 Milhões)
* Super Puyo Puyo (1.7 Milhões no Japão)
* Mortal Kombat 2 (1.51 Milhões nos EUA.)
* Romancing SaGa 2 (1.49 Milhões)
* Final Fight (1.48 Milhões no Japão)
* Super Mario RPG (1.47 Milhões no Japão)
* Dragon Ball Z (1.45 Milhões no Japão)
* Final Fantasy IV (1.44 Milhões no Japão)
* Dragon Quest III (remake) (1.4 Milhões no Japão)
* Killer Instinct (1.33 Milhões nos EUA)
* Romancing SaGa (1.32 Milhões)
* Romancing SaGa 3 (1.3 Milhões no Japão)
* The Lion King (1.27 Milhões nos EUA)
* Mortal Kombat 3 (1.22 Milhões nos EUA)
* NBA Jam (1.22 Milhões nos EUA)
* Disney's Magical Quest starring Mickey (1.21 Milhões no Japão)
* Derby Stallion III (1.2 Milhões no Japão)
* Dragon Warrior I & II (remake) (1.2 Milhões no Japão)
* Mega Man X (1.16 Milhões)
* Dragon Ball Z II (1.15 Milhões no Japão)
* Derby Stallion '96 (1.1 Milhões no Japão)
* Kirby Super Star (1.1 Milhões no Japão)
* Super Ghouls 'n Ghosts (1.09 Milhões)
* Final Fight 2 (1.03 Milhões)
* Casper (1 Milhão)

domingo, 13 de março de 2011

Mortal Kombat

Ano: 1993
Gênero: Luta
Fabricante: Acclaim Entertainment
Mortal Kombat nasceu para concorrer com Street Fighter e é graças a ele que ambas as séries têm evoluído tanto (uma querendo superar a outra..)

Não demorou muito para que MK estourasse, era muito comum jogadores correndo atrás de revistas ou de amigos (época foda sem internet..) para pegar os comandos dos golpes e os famosos Fatalities. Sempre se encontrava aquele viciado que sabia tudo de cabeça e executava com perfeição te deixando puto.

Tal como Street Fighter, a história foi contada de vários modos. A começar com o filme, aliás, os filmes. Primeiro tivemos o pouco falado hoje em dia “Mortal Kombat – The Journey Begins” que mostra Rayden contando para Cage, Kang e Sonya um pouco da história dos lutadores e do torneio no navio de Sheng Tsung. O filme é em animação com direito a cenas 3Ds. O filme possui erros fatais como deixar para trás o personagem Kano e de colocar Sub-Zero como servo de Shang Tsung. O VHS trazia ainda um Making-of do “filme filme” mesmo mostrando os efeitos especiais e etc. Em uma das edições da zine vocês encontram a resenha do filme. Saiu ainda uma série em quadrinhos muito bem feita subdividida, mais tarde, em outras como “Goro – O príncipe das Trevas”. O HQ saiu aqui no Brasil pela editora Escala, na qual trouxe muito material dos EUA sobre MK e SF fazendo um ótimo trabalho. Além dos quadrinhos terem uma ótima qualidade eram baratos.

A primeira edição do game trouxe poucos personagens selecionáveis, mas o suficiente para divertir milhões de jogadores. Além dos 7 que estão no menu para selecionar, temos o penúltimo chefe Goro, o chefe final Shang Tsung e o desafiador secreto Reptile. Alguns Arcades traziam um bug na qual Scorpion aparece vermelho, fazendo jogares pensarem que era algum personagem secreto. Boon e Tobias aproveitaram a deixa e criaram o personagem Ermac (Error Machine, algo assim) mais tarde. Outra curiosidade é que o personagem Striker, que pinta pela primeira vez no MK3, ficou programado para sair neste primeiro. Os programadores o adiaram ao sentir a falta de uma personagem mulher (Sonya). No MKII ele deu lugar ao Jax sendo mais uma vez adiado (“afinal, a personagem fêmea precisava de um parceiro.. rs..”).


Créditos Review: Max Carnage

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Curiosidade: Nomenclatura das ROMs


Para uma melhor orientação na hora de baixar suas roms, é bom sempre ter guardado esta lista, pois a maioria das pessoas desconhecem seu significado e lembrem-se, deem preferência às roms americanas, que vêm com a seguinte nomenclatura: Nome do Jogo (U)[!].

Legendas Padrão:
[a] - Alternate - O game que foi dumpado apresenta mais de uma versão que pode apresentar diferenças.
- Bad Dump - Dump mal sucedido, ROM apresenta problemas.
[Beta #] - É um DUMP de uma ROM beta, que está em fase de desenvolvimento (Imcompleta, apresentando bugs e outras coisas cabulosas) o # é o número de versões existentes.
[BF] - Bung Fix - o Dump sofreu um fix pós-dump, ou seja depois que foi dumpado sofreu alguma programação para corrigir algo. Bung = Tampão Fix= Correção
[c] - Cracked - A placa ou chip que apresenta proteção sofreu alguma alteração para que o DUMP fosse possivel. (Seja fisica ou por meio de programação)
[f] - Other Fix - A ROM foi reparada de outro método como uso de patches ou seguindo regras de outra ROM que possui programação ou proteção semelhante.
[h] - Hack - ROM alterada diretamente por reprogramação.
[ o] - Overdump - Uma ROM com overdump significa que os dados adicionais ou extras foi dumpado, mas que não contribui nada para ser emulado, é uma ROM suja a curto modo. (É como se fosse dados “NULL” que preenchem um Game)
[p] - Pirate - É uma ROM de origem pirata, por exemplo um DUMP do game Sonic do Super Nintendo, sabe-se que é um hack, mas o dump não alterou nada da origem.
[t] - Trained - ROM já vem com um trainer imbutido, possibilitando vários cheats.
[T] - Translation - ROM previamente traduzida não oficialmete (Geralmente o T é seguido com a lingua traduzida EX: [T+Port] = Tradução p/ Português)
(Unl) - Unlicensed - DUMP de games ou aplicações não licenciadas (Ex: Fun Car Rally do Genesis que não foi licenciado pela Sega)
[ x] - Bad Checksum - Cada ROM possui um numero que indica se todos o bytes de informação estão corretos, se os 2 estão corretos é um Good checksum, mas se forem diferentes acaba resultando em uma Bad Checksum (É um assunto complicado, mas um Bad Checksum não é tão problemático)
ZZZ_ - Unclassified - ROM que não recebeu classificação alguma.
[!] - Verified Good Dump - ROM livre de erros e falhas que prejudicaria sua emulação.
(???k) - ROM Size - É o tamanho da ROM sem compressão EX: (1024k)

Legendas dos Paises de Origem da ROM :
Serve para você saber de onde foi a origem do lançamento.
(A)Austrália
© - China
(E) - Europa
(F) - França
(FN)Finlândia
(G) - Alemanha
(GR) - Grécia
(HK) - Hong Kong
(I)Itália
(J) - Japão
(K) - Coréia
(NL) - Holanda
(PD) - Dominio Público (Sem fins lucrativos)
(S) - Espanha
(SW) - Suécia
(U) - USA
(UK) - Inglaterra
(Unk) - País Desconhecido
(-) - País Desconhecido

terça-feira, 8 de março de 2011

Earthworm Jim 2

Gênero: Aventura/Ação
Ano: 1995
Fabricante: Playmates
Após o grande sucesso e excelente recepção da crítica em relação a Earthworm Jim, uma sequência era inevitável. E ela acabou chegando cerca de um ano e meio após o game original, no fim do ano de 1995 para Mega Drive, saindo logo em seguida para SNES, e ao longo do ano de 1996 recebeu versões para Playstation, Saturn e PC.

Quando se trata de uma continuação, a primeira coisa que todos perguntam é se a qualidade do original será mantida, ou mesmo superada. No caso de Earthworm Jim 2, posso adiantar que, de maneira geral, o jogo mantém a qualidade do seu antecessor, mas não chega a superá-lo. Veremos mais a respeito ao longo da análise.
Um quesito em que EJ2 supera seu predecessor é o visual. Os gráficos estão mais bonitos, os cenários estão mais detalhados, e há fases realmente estonteantes, como por exemplo The Flying King e Puppy Love, que chegam até mesmo a ostentar efeitos em 3D. Mas a grande evolução aqui deu-se na animação, que é muito mais fluida e bela que no jogo anterior. A direção de arte também continua afiada nesse aspecto, a escolha das cores usadas é de muito bom gosto, e as temáticas são ainda mais surreais do que no primeiro. É bem verdade que o primeiro jogo já era belo, mas Earthworm Jim 2 dá um passo a frente em relação a ele, com gráficos mais polidos, sobretudo no quesito animação.

Em compensação, a parte sonora deu uma regredida. Embora os efeitos sonoros continuem muito bons, inusitados e hilariantes, e as falas de Jim mantenham o nível do primeiro, as músicas regrediram bastante. As trilhas abandonaram o apelo pop eletrizante do jogo anterior, e focam-se em estilos como tarantela, tango, ritmos latinos e música erudita. As únicas músicas que se destacam são as trilhas das fases Villi People e See Jim Run, Run Jim Run, não por acaso compostas por ninguém menos que Beethoven. As faixas originais não são tão inspiradas como no primeiro, nem de longe, e em alguns casos chegam mesmo a enjoar, caso do tango de Udderly Abducted, sem contar que algumas músicas se repetem em mais de uma fase. De qualquer forma, é uma boa trilha sonora, acima da média, apenas não tão boa quanto a memorável trilha do jogo anterior.
Na jogabilidade, algumas mudanças. Certas fases introduzem novos elementos específicos, por exemplo, na fase The Flying King o jogo praticamente se transforma num shooter em visão isométrica. Em Villi People, controlamos uma salamandra voadora (!), e somos punidos com perda de energia quando tocamos nas paredes. Em Lorenzen's Soil, Jim ganha uma arma capaz de criar passagens no solo, e deve explorar esse recurso para terminar a fase. Em Inflated Head, Jim flutua céu acima, e precisamos controlar sua velocidade e trajeto. Enfim, como no primeiro jogo, embora a espinha dorsal da jogabilidade seja a mesma de um jogo de ação/plataforma, Earthworm Jim 2 nem de longe se limita a correr/pular/atirar. Um acréscimo interessante é que agora Jim possui uma grande variedade de armas, a maioria delas não tem lá grande utilidade, é verdade, mas outras como a Tri-Gun e o lançador de casas (!) teleguiadas são bem interessantes. Outras duas boas inovações devem-se a Snott, uma gosma verde que agora acompanha Jim, vivendo em sua mochila: para cair mais devagar, basta segurar o botão de tiro durante o salto, ao invés de ter que repetidamente pressionar o botão de pulo, como no jogo anterior. Ao fazer isso, Snott transforma-se num para-quedas. E não existem mais os ganchos onde tinhamos que nos pendurar com o chicote, sendo subistituídos por camadas de gosma verde onde nos penduramos com Snott. Na prática, é quase a mesma coisa, mas se pendurar nesses ganchos com o chicote exigia uma precisão milimétrica, coisa que agora não é mais necessária.

Enfim, a jogabilidade continua como a de EJ1, só que melhor. Ou seja: perfeita.
Artisticamente, Earthworm Jim 2 leva o humor nonsense e absurdo de seu antecessor às últimas consequências. Ao jogar EJ2, temos a impressão que o 1 nem era tão absurdo assim. As situações, cenários, personagens, estão mais absurdos e hilariantes do que nunca. Para citar um exemplo: na fase Villi People, Jim se disfarça de salamandra voadora (!), atravessa o que parece ser o intestino de alguma criatura (!!), para no final da fase participar de um quiz no estilo Show do Milhão (!!!). Tudo isso embalado pelo primeiro movimento da Moonlight Sonata de Beethoven (a música do piano em Resident Evil 1, lembra?). E os absurdos não param, Earthworm Jim 2 é um jogos mais absurdos, engraçados e criativos de toda a história dos videogames. O mesmo dito para Earthworm Jim 1 se aplica aqui: é um jogo onde a direção de arte extremamente criativa faz toda a diferença, coisa que anda faltando na maioria dos jogos mais atuais.

Earthworm Jim 2 é bem mais fácil que seu antecessor. Quem tiver terminado o 1, certamente fechará esse jogo numa única jogada, sem grandes sobressaltos. Isso por um lado é bom, pois torna o jogo mais acessível e desencanado, focando na diversão pura e simples. Por outro lado, é uma pena, pois nenhuma fase de Earthworm Jim 2 é tão eletrizante quanto, por exemplo, For Pete's Sake do jogo anterior. Isso pesado e medido, é possível dizer que essa sequência é mais ou menos tão divertida quanto o jogo anterior. Se por um lado é menos eletrizante, por outro é um jogo mais tranquilo. Mas uma coisa é certa: é um game divertídissimo, obra prima mesmo.
É difícil decidir qual dos dois primeiros Earthworm Jim é melhor. Enquanto o primeiro é mais eletrizante e desafiador, e possui algumas das músicas mais soberbas da história dos videogams, a continuação é mais polida, tem a direção artística ainda mais absurda, e alguns podem dizer que ela é mais divertida, justamente por ser mais fácil e não exigir tanto do jogador. O que é fácil concluir, é que tratam-se de dois jogos fabulosos, praticamente no mesmo patamar de qualidade, verdadeiras pérolas. Jogabilidade precisa, gráficos soberbos, músicas excepcionais e muita, muita criatividade são os ingredientes destes dois clássicos. Games obrigatórios para qualquer um, simplesmente.

Créditos Review: Eduardo Furlan


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Confira também: Earthworm Jim 1

Dragon Ball Z Hyper Dimension

Gênero: Luta
Ano: 1996
Fabricante: Bandai
Hoje o mundo inteiro se diverte com os games da série Dragon Ball, mas nem sempre seus jogos foram acessíveis a todos os públicos.

Este game até chegou a ser lançado fora do Japão mas sem a opção de Story Mode, o que rebaixou a diversão apenas para modo multiplayer, treino e outras sem muita diversão. Inovou por trazer as 3 maiores sagas do mangá num único game, o que era muito difícil de se ver num jogo de Dragon Ball Z na época.

É como uma “coletânea” da série Super Botouden, porém deixou de lado alguns personagens colocando apenas os principais; temos son Goku, Vegeta (com o M na testa, então semi-manipulado pelo bruxo Babidi), Son Gohan (o místico), Super Gottenks, Vegetto (fusão de Vegeta com Goku através dos brincos) além dos vilões Freeza, Cell, Majin Boo e Super Majin Boo.

Durante a luta o jogador é capaz de aplicar os clássicos golpes de explosões e outras técnicas especiais. Como exemplo temos Majin Boo que pode transformar seu adversário em caramelo, mastigá-lo e cuspi-lo. Além disso no jogo seu adversário (ou você) pode arremessar você para as nuvens, começando uma luta aérea. A batalha fica um pouco mais lenta e requer maior habilidade. Assim como MK3 você também pode arremessar seu adversário para outro cenário, mas não é possível em todos.

Outro fator que inovou neste game são os gráficos, simulando um semi-3D dando maior realidade para o jogo, graças ao chip SA-1; podemos notar as boas movimentações dos personagens como o rabo do Freeza balançando ou o cabelo dos heróis ao carregar o poder.

Com certeza esse foi o melhor game da série criado para o SNES.

Créditos Review: Max Carnage

Download (rom em Português): Clique Aqui!

Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

Gênero: Aventura
Ano: 1993
Fabricante: Data East
A sequência do clássico dos Arcades trás novamente os Homens das Cavernas Joe e Mac, para mais uma incrível e divertida aventura na Pré-História.

Dessa vez, um homem das cavernas chamado Gork, roubou uma coroa pertencente ao chefe da Vila de Kali, e cabe a Joe and Mac, ou melhor, a você, recuperá-la usando as sete pedras do arco-íris que serão coletadas durante sua jornada.

Ao longo do caminho, você enfrentará dinossauros, homens das cavernas, e outros inimigos pré-históricos em uma viajem através da selva, do gelo e neve, passando até mesmo por uma terra vulcânica abandonada.
Utilizando-se das velhas clavas (ou tacape) como arma, que podem ser incrementadas com upgrades pegos durante o jogo, e os personagens podem também cuspir restos de certos alimentos nos adversários, como ossos e sementes.

Os gráficos são bem coloridos e os cenários cheios de detalhes. Em algumas fases você irá andar em vagões de trem e também montar em dinossauros que variam de terrestres á voadores. A animação dos personagens (tanto de Joe e Mac, quanto dos inimigos) é bem rica e muito engraçada.O modo multiplayer põe os dois jogadores juntos nas fases dobrando a diversão.

A jogabilidade é simples e funcional, você pode pular, atacar e segurando o botão de "Dash" o personagem corre. A movimentação dos personagens está bastante suave e os comandos tem respostas rápidas, ficando mais fácil para se esquivar dos inimigos e até mesmo para atacá-los. "Joe and Mac 2: Lost in the Tropics" ainda adiciona elementos de RPG à aventura, criando uma experiência mais envolvente se comparado ao primeiro jogo (Joe and Mac - Caveman Ninja). Você agora pode coletar moedas pelas fases para comprar itens da Vila Tiki, como carne para recuperar sua energia, ou mesmo remodelar sua cabana. Existe também um mapa aéreo, tradicional de jogos de RPG, onde você poderá ir para qualquer fase que desejar, ou seja, não existe linearidade de fases, lhe possibilitando retornar em fases completadas para ganhar mais dinheiro e apanhar power-ups.

Fechando, Joe and Mac 2: Lost in the Tropics é um jogo muito divertido, com incrementos e melhorias que o fazem superar sua versão clássica.


Créditos Review: Toper Breath

Download: Clique Aqui!

Confira também: Joe and Mac: Caveman Ninja

Final Fight

Gênero: Ação
Ano: 1990
Fabricante: Capcom
Os "Mad Gear", a gangue mais terrível de "Metro City", sequestram a filha do recém-eleito prefeito Haggar e tentam chantageá-lo. Haggar como um bom político (isso existe?) recusa a proposta da gangue e decide de uma vez por todas "limpar" a cidade com suas próprias mãos. Contando com a ajuda do namorado de sua filha, Cody, eles partem para fazer com que cada integrante da "Mad Gear" pague por tudo que fizeram.

Lançado originalmente para Arcade, Final Fight revolucionou os jogos do estilo "briga de rua", trazendo comandos simplificados e características próprias para cada personagem, coisa que não existia na época (Quem já jogou Double Dragon II sabe muito bem disso!), além de seus belos gráficos, com sprites de personagens grandes e uma trilha sonora envolvente. Sua conversão para Super Nintendo acabou sofrendo algumas perdas, como o modo para 2 jogadores (que realmente faz falta) e aqui já não se tinha mais o terceiro personagem selecionável, que seria o ninja "Guy". Mas apesar dos pesares, a versão para o console doméstico tem os seus méritos, também fez muito sucesso e será essa que enfatizarei aqui.

Em Final Fight o esquema é simples, eficaz e divertido: Escolha seu personagem e saia detonando todo e qualquer meliante que lhe aparecer pela frente. Com o B você pula, com o Y você soca e com os dois apertados juntos seu personagem desfere um golpe especial, que lhe custa energia, mas que derruba os oponentes que estiverem ao seu redor. E ainda existem outros golpes que podem ser executados no ar e outros agarrando o inimigo, como o famoso "pilão" de Haggar (agarre o inimigo, pule, e no ar pressione para baixo e o botão de soco).

As fases são típicas urbanas, como metrôs, bares e indústrias, com cenários muito bem desenhados e cheios de detalhes. E como todo bom jogo de "briga de rua" existem os "power up" que podem ser coletados durante as fases e dão vida e pontos, e também os itens de combate que variam de facas, porretes, canos etc, tudo pra aumentar a porradaria diversão.

Os personagens
Mike Haggar
Haggar é um ex-campeão de Luta Livre. Depois de passar 5 anos no circuito wrestling profissional, ele retornou para seu lar e atualmente é o prefeito de Metro City. No jogo Haggar é o mais forte dos personagens, porém é o mais lento.
Cody
Cody foi treinado nas artes marciais desde que tinha 9 anos de idade. Ele ostenta o quinto grau de faicha preta no Karatê e é muito habilidoso com facas. Atualmente namora com a filha de Haggar, Jéssica.
Cody é um personagem balanceado que dosa velocidade e força. É o único que pode manusear facas contra os inimigos (os outros personagens somente arremessam-nas).
Guy
No Super NES, Guy aparece somente numa versão lançada pela Capcom chamada de "Final Fight Guy", sendo que a única mudança dessa versão é a substituição de Cody por Guy. Guy é o mais ágil dos 3 personagens e tem a habilidade de saltar "quicando" nas paredes, porém é o mais fraco e seus golpes surtem menos efeito em seus oponentes.

Final Fight não foi o primeiro jogo de "briga de rua" a ter sido feito, mas foi ele que aperfeiçoou o gênero.
Muitos outros bons jogos no mesmo estilo vieram depois (inclusive as duas sequências dessa série para o SNES), mas "Final Fight I" ficou marcado por ter sido um "divisor de águas" dos famosos games "Beat'em Up" ou como eu diria: "Briga de rua".

Créditos Review: Hardcore Gaming


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Confira também: Final Fight 2 e Final Fight 3