segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SupaBoy, portátil que roda cartuchos de SNES, acaba de ser lançado


Quando foi anunciado - em plenos corredores da E3 2011 -, o SupaBoy parecia ideia de maluco: o aparelho é basicamente um Super Nintendo em versão portátil. Bom, mas emuladores do aparelho rodam em praticamente qualquer aparelho com uma tela, desde PCs até smartphones, e é aí que entra o diferencial do SupaBoy, justamente seu visual retrô.

O aparelho não tem nada de moderno e foi feito no formato de um joystick gigante do SNES, acrescido de uma tela de 3,5 polegadas. O portátil conta ainda com entradas para cartuchos e controles de Super Nintendo, o que o torna um dos aparelhos mais nostálgicos dos últimos tempos. Para evitar qualquer problema de travamento com as fitas - quem teve um Super Nintendo deve ter passado pela experiência de presenciar o irmão pequeno esbarrar no cartucho e travar tudo justamente quando o Bowser estava próximo da morte - o SupaBoy conta com uma trava para o cartucho não se movimentar. Uma bateria de 1.500mAh que aguenta 2,5 horas de jogo, e saídas de áudio e vídeo para conecta-lo a um aparelho de TV completam o aparelho.

E após meses de atrasos, o aparelho finalmente chegou às lojas por salgados US$ 79,99, sendo vendido inicialmente na Amazon. Agora já é vendido no site da Hyperkin, fabricante do aparelho. 

Características do Produto

* Duas portas de sete pinos na frente para os controles com fio
* Design do controle do SNES
* Tamanho da tela (diagonal): 3,5 polegadas
* 2,5 horas de bateria
* Medidas: 8,5 x 4 x 1,5 polegadas
* Peso: 326 gramas
* Som estéreo
* AV Out
* Fone de ouvido
* Controle de volume ajustável

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Super Scope

Super Scope ou Nintendo Scope é uma pistola em forma de bazuca, lançada pela Nintendo em 1992 é e destinada a alguns jogos de Super NES. O aparelho não tem fios, utiliza 6 pilhas AA. O cartucho que vinha com a bazooka é o Super Scope 6. A "concorrente" da Super Scope pode ser considerada a Menacer. Muitos jogadores reclamaram devido a pouca quantidade de jogos compatíveis com o Super Scope.
O kit da Super Scope era composto pela bazuca, uma mira para ser acoplada, o cartucho do game Super Scope 6 e um receptor infravermelho que deveria ser colocado na entrada do 2º controle, e mantido em cima da TV ou, no máximo, a 10 cm de distância dela.

A bazuca é sem fios e alimentada por 6 pilhas AA, que por durarem pouco, foi um dos motivos que levou a Super Scope ao fracasso. Seu design foi projetado para se acomodar em qualquer jogador, razão pela qual o componente da mira é distinto e acoplável à bazuca em ambos os lados. Se você é destro, a mira é anexada aos dois clipes esquerdos na metade da frente da luneta de modo que seu olho direito possa olhar através dela, com a mão esquerda segurando a alça da frente e a mão direita sobre os botões superiores, e vice-versa.

Com o receptor infravermelho conectado ao SNES bem como com todo o preparo com as mãos e braços, é hora de jogar! Todos os jogos apresentam uma tela para configurar a mira e evitar problemas ao longo do jogo.

Você deve se posicionar a 3 metros de distância da TV e levar sua mira ao centro do alvo. Após acertar a estabilidade, sua Super Scope estará posicionada e você estará pronto para começar a atirar! Só vale lembrar que a bazuca pode não funcionar muito bem em ambientes com luz fluorescente e há uma recomendação no manual de não utilizá-la por mais de 10 minutos, ok? Agora sim, você pode se divertir!

Lista de jogos compatíveis:

* Battle Clash
* Bazooka Blitzkrieg
* The Hunt for Red October (usada somente em algumas fases de bônus)
* Lamborghini American Challenge (utilizando a Super Scope um modo de jogo diferente do original fica disponível)
* Metal Combat: Falcon's Revenge
* Operation Thunderbolt
* Super Scope 6 (jogo que acompanhava a Super Scope)
* T2: The Arcade Game
* Tin Star
* X-Zone
* Yoshi's Safari

Créditos Review: Felipe Antunes/Wikipédia

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Michael Jordan: Chaos in the Windy City

Fabricante: Electronic Arts
Gênero: Ação
Ano de lançamento: 1994
Poucos jogos misturaram os gêneros plataforma com esporte. Aliás, misturar não deve ser algo difícil, o problema é fazer o jogo fluir naturalmente enquanto o personagem na tela tenta manter a bola nos pés ou, no caso, nas mãos.

Se existe um game que tenha conseguido essa façanha, esse game foi Chaos in the Windy City. O jogo, além de ter gráficos bacanas, tem uma jogabilidade suave, com controles simples, apesar de numerosos. Jordan tem a missão de salvar seus colegas de quadra, enquanto tenta desfazer o plano do diabólico Maximus Cranium. Para isso, percorrerá diversas fases tendo apenas sua habilidade e sua bola de basquete como arma.

Mas, como estamos falando de videogame, um toque à mais não faria mal nenhum, não? Pois é, a arma de Jordan não é uma simples bola de basquete, e sim, várias delas, cada uma com um poder diferente.

Conforme avançamos no jogo, encontramos algumas bolas de cores e efeitos diferentes, imprescindíveis para o avanço no mesmo. São oito bolas que coletamos no jogo, aí vai uma breve explicação de cada uma delas:

Bola comum: já começamos com ela, é a mais básica e infinita;
Bola de gelo: como o nome já diz, congela inimigos, que podem servir de plataforma por um curto espaço de tempo;
Bola de fogo: mais forte que a comum, ainda deixa um rastro de fogo no chão se jogada com uma enterrada;
Bola roxa: rebate pelo cenário;
Bola branca: vai e volta, servindo inclusive para pegar itens pelo cenário em locais de difícil acesso;
Bola de ouro: atravessa paredes e segue inimigos;
Bola de ferro: pesadíssima e bem forte, cai no chão e sai rolando matando tudo pela frente;
Bola quente: explode ao fazer uma enterrada, acertando tudo na tela;       

Por aí eu já poderia dizer que o game, se tivesse controles ruins, pelo menos seria variadíssimo. Mas, pelo contrário, os controles do jogo são bons. Jordan pula, faz enterradas, corre e arremessa bolas, tal qual fez a vida toda nas quadras. Além disso, existem chaves coloridas que abrem portas espalhadas por todas as fases. Algumas portas escondem itens, outras vidas, outras novas bolas, ou até mesmo os camaradas de Jordan, que estão apriosionados pelos estágios. Portanto, vasculhar o cenário em busca de itens e chaves é lugar-comum no jogo.

Além de chaves e bolas poderosas, Jordan ainda junta moedas (100 valem uma vida) e pode praticar suas enterradas em cestas espalhadas pelo cenário. São vários os efeitos de cada cesta, sendo o mais comum liberar moedas ou chaves novas. Algumas explodem a tela, matando inimigos e outras ainda servem como checkpoints, quando a tabela se transforma em cacos de vidro.

O jogo é dividido em um mapa enorme, que por sua vez esconde estágios com umas 7 fases cada um. Ou seja: é um jogo LONGO e deveras cansativo. Pelo menos embutiram um sistema de password entre os estágios, nada mais justo. Ainda assim, é preciso passar cerca de 6 ou 7 fases (dependendo do mapa do estágio) para ter direito à uma senha.

Os botões tem uma boa resposta, apesar do jogo pecar um pouco no pulo. Como o personagem é bem alto, algumas quedas são difíceis de evitar, principalmente em plataformas curtas, como acontece muito lá perto do final do primeiro mapa. Mesmo assim, o jogo fornece checkpoints em algumas cestas, aliviando um pouco a frustração. A disposição dos botões no controle do SNES ajuda um pouco também, sendo que o R serve pra mudar as bolas, com o L se corre e o Select troca-se as chaves disponíveis, sem segredo algum.

Chaos in the Windy City não tem músicas cativantes. Na verdade, mal se ouve músicas durante as fases, apenas quando se morre ou se termina uma fase, uma música padrão toca. Os efeitos sonoros são básicos também, não apresentando nenhuma novidade. Os inimigos não fazem barulho algum, apesar de que, nem muito variados eles são, se repetindo à todo momento nas fases. Vão desde aranhas gigantes até olhos voadores no primeiro mapa, jogadores de basquete, apitos gigantes e robôs no segundo, e assim por diante.

Talvez a maior dificuldade do jogo seja achar a saída ou as chaves necessárias pra escapar. Existe uma certa interatividade com o cenário, como alavancas que devem ser acertadas, elevadores e botões, tudo do modo mais simples de ser usado. Alguns inimigos devem ser abatido de formas diferentes, como o jogador de basquete, por exemplo, só é acertado em cima da cabeça, obrigando o jogador a praticar as enterradas de Jordan.

Finalizando, conheço muita gente que não dá nada pra esse jogo, acha estranho a mistura de gêneros, meio complicado e tantos outros motivos, eu também pensava assim. Foi só dar um tempo pra ele, jogar um pouco e pegar as manhas, para descobrir um profundo jogo de plataforma, com muita variedade de fases e de armas, deixando muito jogo dito "famoso" no chinelo.

No final das contas, Chaos in the Windy City pode servir tanto como um simples passatempo, como um jogo extremamente profundo, tudo por conta de suas fases enormes e cheias segredos. Sua jogabilidade variada por conta das bolas multi-poderosas oferece uma enorme variedade de gameplay, mesmo com seus problemas nos controles.

Créditos Review: Cosmão

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sábado, 5 de novembro de 2011

Mighty Morphin Power Rangers

Gênero: Ação
Ano: 1994
Fabricante: Bandai
Lançado em 1994 para Super Nintendo, Mighty Morphin Power Rangers embarcou no sucesso da série televisiva para também fazer sucesso nos vídeo games. Baseado na primeira temporada da série, o jogo tem como principal vilão a feiticeira espacial Rita Repulso e seus famosos (e idiotas) capangas, os bonecos de massa. Vendo a terra sendo atacada, o feiticeiro Zordon e seu robô assistente Alpha 5 recrutam cinco jovens adolescentes para lutar, salvar e proteger o planeta terra: Jason, Billy, Trini, Zack e Kimberly Recebendo seus morfadores e as moedas do poder para se tornarem Power Rangers, o grupo de heróis ainda conta com um arsenal de alta tecnologia e veículos de combate gigantes, conhecidos por Zords.

Com essa história de background, Mighty Morphin Power Rangers trouxe ao jogador a possibilidade de escolher o seu Ranger favorito para combater os bonecos de massa de Rita Repulso ao longo de 5 fases (ou áreas, como são chamadas no jogo) diferentes. Como se não fosse suficiente o apelo causado pela escolha do seu personagem preferido, a Bandai ainda optou pela jogatina beat ‘em up side scrooling para entreter e facilitar a vida dos jogadores.

Cada fase começa com seu personagem normal, sem estar “morfado” – ou transformado em Ranger, como queira. A medida que se avança no cenário, econtra-se mais e mais bonecos de massa que até no jogo são um pouco retardados e não oferecem grandes dificuldades. Após detonar alguns bonecos aqui e acolá, finalmente você tem o primeiro encontro com o chefão do pedaço. Temendo que o confronto aconteça alí naquele momente, finalmente o personagem decide morfar e se transformar em um Power Ranger. Pois é, infelizmente a hora que você morfa não é decidido por você, mas sim por esse encontro que marca a metade da fase.

Assumindo a forma de Ranger, o personagem deixa de atacar os inimigos apenas usando suas próprias mãos e passa a contar com sua arma característica. Além disso ele ainda é capaz de desferir um golpe especial – também característico de cada personagem – que causa danos em todos na tela, usar paredes para saltar e executar dois tipos de agarrões diferentes. Como Ranger o jogador segue até enfrentar e derrotar o chefão da fase. Passando dele, o jogador é direcionado de volta à tela de seleção de personagem, podendo escolher outro Ranger para a próxima fase.

É interessante notar que mesmo com gráficos limitados, a Bandai fez um bom trabalho na caracterização dos personagens. Os poucos pixels não oferecem nenhuma dificuldade para que o jogador reconheça quem é quem no jogo. Enquanto civis, cada Ranger tem sua movimentação e golpes específicos – por exemplo, Trini é mais rápida que os outro, já Billy tem aquele jeito molenga e poraí vai. Uma pena que esse mesmo cuidado não foi dado a quando os personagens morfam – a impressão que fica é que os sprites foram apenas duplicados e tiveram suas cores mudadas. De repente as belas e delicadas Trini e Kimberly ganham corpos musculosos e aparência masculina. Não fossem as armas de cada um, eles seriam idênticos.

Esse probleminha, no entanto, não é capaz de acabar com aquele sentimento gostoso de nostalgia quando escutamos aquela famosa música: “GO GO POWER RANGERS!”. Sim, ela está lá! É impossível não se empolgar e querer fechar o jogo de uma só vez quando se ouve essa música. Aliás, por falar em fechar o jogo, é uma pena que ele seja tão curto e, pela lerdeza dos bonecos de massa, tão fácil. Detonar os 5 chefões não custa mais que 1 hora de jogo. Difícil mesmo é morrer e receber “Game Over”.

Outra sacada inteligente da Bandai foi deixar a melhor parte do jogo para quando ele acaba. Lembro como se fosse hoje a minha cara de decepção quando fechei o jogo pela primeira vez e não vi a oportunidade de controlar o famoso Megazorde. Quando já estava guardando o controle e pedindo por outro cartucho na locadora, eis que surge a surpresa: uma fase surpresa! E lá estava o Megazorde! Tenho certeza que muitos de vocês se sentiram asssim também, não?

A boa surpresa, porém, só dura por duas fases em que você deve combater Mutitus e Cyclopsis dando pontapés, golpes de espada e especiais tais quais viamos no seriado televisivo. Curiosamente essa é a parte mais difícil (e mais divertida) de todo o jogo e que oferece maior desafio por ter a jogabilidade totalmente diferente de todo o resto do jogo.

A jogabilidade simplificada e os poucos desafios ao longo da jornada certamente deixaram o jogo fácil com o passar dos tempos. Apesar disso, Mighty Morphin Power Rangers cumpriu com seu dever de trazer toda a euforia existente naquela época em torno dos heróis da Alameda dos Anjos para os consoles de nós, crianças sonhadoras. Apelando corretamente para os recursos mais importantes da série, Power Rangers nos faz sentir verdadeiros Rangers em uma missão contra Rita Repulso e seus capangas. Uma pena a malvada feiticeira não aparecer como personagem no jogo para detonarmos ela.


Créditos Review: Sérgio Oliveira

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Top Gear 3000

Fabricante: Gremlin/Kemco
Gênero: Corrida
Ano de lançamento: 1994
História
O Ano é 2962. Cinco séculos passaram desde a XVII Guerra Mundial, que devastou a maioria dos planetas colonizados da Via Láctea. O conglomerado galáctico de planetas unificados, controla o departamento de entretenimento (Bureau of Reasonable Entertainment), conservando uma era de aparente calmaria, sem maiores exaltações ou protestos de todos os habitantes que povoam as 12 estrelas que estão sob a sua jurisdição.

Entretanto, ainda se podem encontrar alguns habitantes que resolvem combater o marasmo em que se encontram, e que promovem uma baderna generalizada em todos os sistemas. Para esse elementos, só há apenas uma solução para o enfadonho e tranquilo século XXX: The Top Gear 3000 Challenge! Uma vez a cada século, os mais bravos e habilidosos competidores resolvem competir nesse campeonato interplanetário em busca da glória!

Gráficos
Neste aspecto, Top Gear 3000 simplesmente arrasa, os carros, apesar de serem todos iguais, são caprichados, as pistas e os cenários ao fundo também são extremamente bem feitos e a sensação de velocidade proporcionada também é espetacular.

Som
Também é excelente, as músicas são bem legais e combinam perfeitamente com a temática futurista do game.

Jogabilidade
Um verdadeiro espetáculo, os controles respondem muito bem; assim como em Top Gear 2, não é possível escolher o carro, mas é possível modificar sua mecânica, em Top Gear 3000, as modificações tornaram-se mais extensas e elaboradas, sendo possível instalar no carro diversos equipamentos para auxiliar o jogador durante as corridas, como Boosters, equipamentos de pulo, um sistema que permite ao jogador “pegar carona” no carro adversário e até mesmo um dispositivo de teletransporte.As pistas contam com traçados desafiadores, algumas delas possuem bifurcações e trechos alternativos; a dificuldade pode ser selecionada, o que aumenta o fator replay do jogo.

Top Gear 3000 conta com um modo de jogo que pode ser jogado por até quatro jogadores simultaneamente através de um multitap.

Considerações finais
Top Gear 3000 é de fato um dos melhores games de corrida do Super Nintendo e não é por menos, com gráficos arrasadores, trilha sonora excelente e jogabilidade impecável, que fazem dele um jogo memorável!


Créditos Review: Gabriel

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Obs: Usar a última versão do ZSNES (1.51) Download: Clique Aqui!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

The Lost Vikings 2

Fabricante: Blizard/Interplay
Gênero: Estratégia/Puzzle
Ano de lançamento: 1993
Finalmente, um pouco de paz! Um ano se passou desde que Erik “o Ligeiro”, Baelog “o Feroz” e Olaf “o Robusto” escaparam das garras do terrível Tomator e, desde então, cada um dos irmãos tomou o seu próprio rumo (que são um tanto quanto peculiares, diga-se de passagem... confira na descrição dos personagens abaixo). Certo dia, entretanto, os três vikings se reencontram e decidem dar uma volta de navio. Eis que, nesse preciso momento, o imperador Tomator dá início ao seu plano de vingança contra a humilhante derrota que sofreu dos vikings há um ano atrás e os captura novamente. Sem intenção de deixar que escapem como da vez anterior, Tomator rapidamente dá ordens a um robô-guarda para que transporte os vikings para “a arena”.

Contemplando esta cena vitoriosa, Tomator não se contém e começa a rir maléficamente, golpeando seu painel de controle em um acesso histérico. Todos sabemos que um painel de controle não é algo para se esmurrar descuidadamente e o imperador intergaláctico logo percebe isto, pois acontece uma falha no sistema e as luzes se apagam, incluindo no lugar onde os vikings estão sendo levados pelo robô-guarda. Aproveitando a escuridão, os três irmãos partem para cima do robô, cheios de fúria nórdica. Poucos segundos depois, a energia volta e não apenas vemos que o robô foi cruelmente destruído pelos vikings, como também que estes se apossaram de alguns dos acessórios que a vítima carregava. Acessórios estes que muito vem a calhar, pois dão aos vikings novas e muito úteis habilidades.

Antes que pudessem fazer qualquer outra coisa, entretanto, o faminto Olaf vê algo grande e brilhante, com uma placa dizendo “donuts”. A ideia de rosquinhas faz o viking pançudo entrar em um transe alimentício e este começa a mexer na tal coisa antes que seus irmãos pudessem lhe alertar que o que estava escrito não era “donuts”, mas sim “do not touch” (“não toque”). A “coisa”, que na verdade é um teletransportador, começa a funcionar e manda os vikings para mais uma viagem espaço-temporal, começando pela Transilvânia no ano de 1437. Ao perceberem o que aconteceu, Erik, Baelog e Olaf (e nós também) sabem qual é o único caminho a seguir: encontrar uma maneira de voltar para casa e, quem sabe, aproveitar para derrotar Tomator de uma vez por todas.

Desta vez é a valquíria Freya quem traz os heróis derrotados de volta à vida The Lost Vikings II funciona de forma praticamente idêntica ao seu antecessor: o jogador controla um dos três personagens disponíveis, podendo alternar entre eles simplesmente pressionando um botão. Enquanto um dos personagens está sendo utilizado, os outros dois ficam imóveis e vulneráveis a ataques de inimigos. Cada personagem tem três pontos de energia e, se um deles morrer, é necessário começar a fase novamente. No modo para dois jogadores, dois personagens podem ser controlados simultaneamente, mas a câmera só segue um deles. Até aqui nada de novo.

Uma das principais novidades deste jogo em relação ao primeiro são as novas habilidades que os vikings recebem graças àqueles acessórios “doados” pelo guarda-robô no começo do jogo.

Com botas turbinadas, Erik agora pode correr com ainda mais velocidade, alcançar maiores alturas e cabecear não apenas paredes, mas tetos também. Além disso, um capacete de última tecnologia também lhe permite respirar debaixo d’água.

Baelog substitui a sua simples espada por um autêntico sabre de luz... que no fim das contas funciona exatamente igual à espada. O arco-e-flecha, entretanto, é substituído por um braço mecânico extensível que o viking feroz pode usar para golpear inimigos à distância. O alcance é menor que o das flechas, mas em compensação, o braço também serve para apanhar itens que estão distantes e para se pendurar em alguns ganchos especiais.

Olaf ganha um novo escudo que, além das óbvias capacidades defensivas, tem o poder de encolher o enorme viking a um pequeno tamanho, permitindo-lhe assim passar por lugares outrora inacessíveis. Porque um escudo que encolhe? Não faço ideia... é a tecnologia do futuro, então não vamos discutir. O escudo é seu único brinquedo novo, mas para compensar, Olaf é o único dos irmãos que aprendeu naturalmente uma nova técnica desde o último jogo... e se você já achava absurdo o fato de alguém tão “robusto” poder flutuar graciosamente com um escudo (coisa que ainda faz), espere até ver a nova habilidade de Olaf: soltar gases para se impulsionar. É isso aí, mesmo sem ter a capacidade de pular, Olaf pode usar a sua flatulência para ser levantado a alguns centímetros do chão. O peso do viking é tanto que, ao cair, o impacto é grande o suficiente para destruir alguns tipos de chão (pelo visto a gravidade só funciona em alguns momentos... vai entender). Olaf também pode usar o seu gás no meio do “voo” para alcançar maiores distâncias.

Como se estes novos poderes nórdicos não bastassem, no decorrer da aventura, também somos introduzidos a dois novos personagens. O primeiro é Fang o Lobisomem (não se engane, entretanto: neste caso, “lobisomem” apenas significa que o personagem tem uma aparência meio Fang é perito em escalar paredeshomem meio lobo e não que ele seja humano e se transforme em noites de lua cheia, ou coisa parecida). Há uma piada recorrente no jogo em que os demais personagens chamam Fang de qualquer coisa, menos lobo ou lobisomem : veado, ornitorrinco, furão, cabra, entre outras coisas. Fang pode usar as suas garras para ataques próximos, semelhante à espada de Baelog e, assim como Erik, pode saltar. A exclusividade do homem-lobo, entretanto, é escalar paredes, a la Megaman X.

O segundo personagem novo é Scorch o Dragão, que além de atacar cuspindo fogo (com um alcance igual ao das antigas flechas de Baelog), pode voar. O voo é temporário, já que Scorch pode bater as asas apenas um número limitado de vezes antes de se cansar, mas o dragão pode também descer flutuando, semelhante ao que Olaf faz (e fazendo mais sentido do que um simples escudo sustentar no ar um ser humano de 145 kg.).

O fato de existirem cinco personagens jogáveis, entretanto, não significa que você tenha o controle de todos eles em uma mesma fase. O jogo convenientemente conspira para que apenas três dos personagens apareçam no começo de cada fase, com combinações alternadas. Mas isto é bom, porque além de não complicar demais as coisas, força o jogador a saber usar as habilidades que estão disponíveis no momento para passar pelos obstáculos à sua frente.

Não basta ter todos os itens... todos tem que estar lá também! Uma última novidade em relação ao primeiro jogo é que agora, para passar das fases, não basta chegar à saída. É necessário encontrar três itens espalhados pela fase e levá-los a algum personagem que usará os itens para transportar os vikings para a próxima fase. Estes personagens e itens variam de acordo com o “mundo”. A exceção é a última fase de cada mundo, no qual os personagens encontram a máquina de teletransporte que os levará para o próximo destino, mas que para fazê-la funcionar, devem encontrar um flush capacitor (achou o nome familiar?... é uma homenagem a De Volta Para o Futuro!), um cartucho de combustível nuclear e um treco de metal.
Desta vez, o manual de instruções não conta com perfis completos como no do primeiro jogo (até porque muita informação acabaria sendo repetida), mas em compensação podemos ler sobre as curiosas atividades que ocuparam cada um dos irmãos viking no ano que se passou entre os dois jogos (mais uma vez, os textos a seguir foram retirados e traduzidos diretamente do manual).

ErikNome: Erik “o Ligeiro”
Idade: 20 anos
Altura: 1,77 m
Peso: 72 kg

História: A experiência de Erik no espaço sideral o deixou entediado com a vida na sua vila. Ele acabou entrando para a mística Ordem da Cabra de Montanha Saltadora, onde ele finalmente encontrou paz, sabedoria e aprendeu a comer uma lata inteira. Na verdade, Erik esvaziou tanto a sua mente que ele então começou a perambular durante meses, atordoado e confuso, esculpindo fiordes de purê de batata e acreditando que era uma iguana. Ele recuperou a memória depois de várias pancadas na cabeça que ele mesmo se causou enquanto tentava abrir uma lata de atum com cabeçadas: -- KANG! KANG! -- "Espere um momento! Eu não sou uma iguana!" -- KANG! KAANG! - "Eeei, eu sou Erik o Ligeiro!". Ele então roubou um navio e correu para a sua vila, onde ele foi calorosamente acolhido pelos seus irmãos... especialmente Olaf, que ficou muito contente ao descobrir que, no fim das contas, sua jornada não tinha sido a mais ridícula da história da vila.

Baelog Nome: Baelog “o Feroz”
Idade: 26 anos
Altura: 1,83 m
Peso: 100 kg

História: Insatisfeito com seu trabalho como domador sênior de ursos polares, Baelog se candidatou para os Gladiadores Nórdicos, mas desistiu enojado quando o impediram de levar as suas próprias armas. Foi então que Baelog percebeu que tinha a responsabilidade de passar suas habilidades para a próxima geração de vikings. Ele criou a Escola de Pilhagem do Baelog, com uma grade de cursos populares enfocada em Pilhar, Saquear e Botar Fogo Nas Coisas. Ele se tornou famoso por toda a Escandinávia pelo seu excelente curso palestrado, com o título “Esmagamento de Geats em Três Passos Fáceis” ("Primeiro Passo: Escolha um Geat. Segundo Passo: Mire alto. Terceiro Passo: Esmague."). Ele então fez uma turnê promovendo seu livro “Espreitando o Geat Selvagem” e a continuação de tremendo sucesso, "O que É um Geat, Afinal de Contas?".

Olaf Nome: Olaf “o Robusto”
Idade: 23 anos
Altura: 1,89 m
Peso: 145 kg

História: Olaf decidiu perseguir o seu sonho de se tornar um lutador de sumô e partiu em busca da Terra do Sol Nascente. Ele chegou até a Terra do Sol do Meio-Dia e decidiu voltar - não porque sua jornada era muito difícil, mas porque ele não conseguia encontrar lasagna em nenhum lugar do Mediterrâneo. Então ele voltou timidamente para sua casa e para sua família e se dedicou a ensinar às filhas a arte da lutar com espadas, saquear, destruir e fazer um bom queijo de leite de cabra. As duas filhas agora estudam na Escola de Pilhagem do Baelog - Olaf é particularmente orgulhoso da mais velha, Gerda, que chegou ao nível de Valquíria Honorária e consegue comer mais do que seu pai em qualquer dia da semana. Olaf apareceu em "Estilos de Vida dos Enormes & Barbudos" e está ocupado com um Combate de Frisbee, embora os vizinhos insistam que a ideia nunca vai alçar voo.

Em termos de gráficos e som, The Lost Vikings II é pratic amente idêntico ao seu antecessor, sem apresentar nada de extraordinário. Depois de ter sido lançado no SNES, entretanto, o jogo recebeu uma versão “melhorada” para outras plataformas, incluindo o PlayStation e o Sega Saturn, com o nome Norse by Norsewest: The Return of the Lost Vikings. Além da inclusão de vozes, os gráficos também foram alterados para se aproveitarem dos 32 bits disponíveis nos novos consoles. 

Terminada mais esta incrível aventura, os vikings infelizmente parecem ter se aposentado definitivamente. Embora The Lost Vikings II por vezes insinue um terceiro capítulo da série (como o trecho transcrito acima ou o próprio final do jogo... que não contarei, no caso de que alguém ainda vá jogá-lo, mas que revela uma enorme e engraçadíssima surpresa), The Lost Vikings III nunca veio a existir. O máximo que foi visto de Erik, Baelog e Olaf após a segunda aventura – fora os remakes e relançamentos, é claro – foi em uma participação especial como NPCs em World of Warcraft. Em StarCraft II, há um minigame chamado The Lost Viking, mas de semelhança com os jogos de SNES só tem o nome mesmo.

Considerando que até hoje não vimos nenhum outro jogo nos moldes de The Lost Vikings, um novo capítulo da série seria, sem dúvida, muito bem vindo. Contudo, visto que a Blizzard Entertainment (a empresa que desenvolveu os jogos) parece estar mais preocupada em faturar com seus jogos multiplayer online, as chances de vermos essa continuação é extremamente pequena.


Créditos Review: Daniel Moisés

Download (rom em português): Clique Aqui!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Jurassic Park

Gênero: Ação
Ano: 1993
Fabricante: Jaleco/Ocean
Lançado em novembro de 1993, o jogo é em “mundo aberto”. O jogador, que comanda Alan Grant, deve cumprir alguns objetivos como pegar ovos de dinossauros, ligar a energia, abrir/fechar portões, em ordem para conseguir fugir do parque dos dinossauros. O jogo não é linear e você pode ir para onde quiser, mas claro que para abrir novas áreas é preciso fazer algumas tarefas antes, como ligar o gerador.

O que logo me atraiu no jogo foi a visão em 2D, vista de cima, uma das tradicionais em jogos antigos, como em Zelda: A Link To The Past. Mas mal sabia eu. Boa parte do jogo é em 3D, em uma perspectiva de primeira pessoa. Isso atrapalha a jogabilidade, que é bem ruim nessas etapas. Talvez, em parte, porque o jogo é compatível com o mouse para SNES.

Uma tentativa ousada e interessante de trabalhar com os dois tipos de perspectiva, mas que atrapalha o progresso no jogo. Essas partes acontecem dentro dos prédios do parque, que se tornam verdadeiros labirintos, tendo que achar seu caminho através de várias portas, corredores, e elevadores iguais. Sem contar os dinossauros para atacar.

Leva-se um bom tempo para descobrir onde estão todos os ovos, o que fazer em cada computador… bom, descobrir o próximo passo na aventura de um modo geral. Pode ter certeza de que você vai precisar de pelo menos, sendo bonzinho, umas 5 horas…seguidas. O jogo não salva e não tem passwords. Ou seja, você não pode desligar o console. Tem que jogar tudo e vencer de uma vez só. Surreal.Coisas que só um Super Nintendo te proporciona. Pelo menos, os “continues” são infinitos, como se isso mudasse a loucura de não poder salvar.

Jurassic Park é um jogo razoável, longe de ser um clássico no Super Nintendo,até que possui uma certa reputação e a fama de ser um jogo muito difícil. E não tenha dúvidas de que é.


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terça-feira, 11 de outubro de 2011

NBA Hang Time

Gênero: Esporte
Ano: 1996
Fabricante: Midway
Lançado em 1996 para arcade e logo na sequência para diversas plataformas domésticas, NBA Hang Time chegou como o sucessor oficial do antigo – e famoso – NBA Jam. Terceiro jogo da equipe por trás do sucesso de NBA Jam, Hang Time só não ficou conhecido como tal pois Midway e Acclaim terem rachado ao meio e se separerem. Mas importava se tinha ou não “Jam” no título do jogo?

Para começar, NBA Hang Time trouxe inúmeras novidades em relação ao seu predecessor. Anteriormente limitado a apenas escolher seu time preferido e uma dupla de jogadores, o jogo trouxe ao jogador o poder de criar seu próprio jogador no modo “Create Player”. Nele você poderia escolher desde um ET até um Lobo Mau, passando por um careca gorducho com cachumba – maior zona, zuação pura. Depois de escolher suas belas feições, o jogador distribui pontos de skill entre os atributos do jogador. Apesar de limitado, o modo era (e é) a sensação do jogo – afinal de contas, nenhum até ali trouxera essa experiência antes.

Além do novo modo, o jogo merece destaque para a novidade das enterradas em dupla. Pois é, enterradas exageradas não bastavam, agora era preciso faze-las em dupla. E lá vem você correndo pela quadra, dá os dois passos para a enterrada, sobe dando um 2520 graus e quando está descendo para socar a bola na cesta, seu colega de equipe alça vôo pedindo a bola – passe para ele para ver a sequência mais interessante e harmônica de todo o jogo. Mesmo com as limitações do SNES para a época, o jogo é visualmente bonito.

Em NBA Jam, apesar das enterradas bonitas e exageradas, ainda se percebia que os jogadores em quadra tinham movimentos pouco naturais. Hang Time corrigiu isso e trouxe jogadores mais detalhados – sim, é possível identificar alguns jogadores só pelo sprite, como o Scottie Pippen – e movimentos mais suaves e bem elaborados. Dá para perceber o jogador se contorcendo para dar um mortal para enterrar, ou girando o quadril para dar uma volta no ar.

Por falar em jogadores, a Midway fez um excelente trabalho ao reunir 29 equipes da NBA e mais uma penca de jogadores. Cada equipe possui 20 combinações possíveis de 2 jogadores, cada um com atributos que refletem suas habilidades reais nas quadras. Para quem é fã de verdade da NBA e acompanha a liga há algum tempo, se surpreenderá em ver rostos conhecidos e que fizeram bastante sucesso no passado – para citar alguns: Gary Payton, John Stockton, Karl Malone, Scottie Pippen, Joe Dumars, Dennis Rodman, Shawn Kemp e cia. Sempre ressalto a importância de um jogo de basquete trazer as fotos dos atletas para termos guardado em algum lugar os rostos dos atletas – e Hang Time trás isso.

O jogo não possui um modo de torneio ou campeonato como outrora tinha – aqui as coisas funcionam com um ID e PIN que ficam gravados na memória do jogo. Ao inserir esses identificadores, o jogo busca suas informações, monta estatísticas e sabe exatamente aonde foi que você parou de jogar. Para zera-lo é preciso enfrentar todas as 29 equipes da liga, começando pelo Vancouver Grizzilies até chegar ao Chicago Bulls que na época estava se encaminhando para ser campeão em 1996. O melhor de tudo é que dá para trazer o seu personagem para fazer parte da equipe. Na medida que você vence os jogos, também ganha pontos para incrementar os atributos dele – e aí ele pode ficar melhor até que o Michael Jordan.

Michael Jordan, ele está no jogo? Infelizmente não. O contrato de exclusividade do maior jogador de todos os tempos com os produtores de Space Jam impediram ele, Charles Barkley, Patrick Ewing, Larry Johnson, Shawn Bradley e Mugsy Bogues de darem as caras no jogo. Outro que não pode aparecer no jogo foi Shaquille O’Neal que à época estava filmando Kazaam e lançando o péssimo Shaq-Fu.

No final das contas, acabou que nenhum desses astros fez falta ao jogo – nem mesmo o “Jam” no seu título. NBA Hang Time foi feito tanto para grandes apreciadores do basquete, quando para aqueles que desejam apenas se divertir e dar boas gargalhadas com jogadas exageradas, enterradas bizarras e nenhuma regra. O jogo diverte, faz você jogar várias horas a fio (principalmente se estiver com um amigo) e o fator replay é certo.


Créditos Review: Sérgio Oliveira

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Pinocchio

Gênero: Aventura
Ano: 1996
Fabricante: Walt Disney
O jogo
Pinocchio é um jogo de plataforma desenvolvido pela Virgin Studios London e pela Walt Disney Feature Animation e publicado pela Virgin Interactive; lançado em 1995 para Game Boy, Mega Drive e Super Nintendo, o game foi feito com base no filme Pinocchio, produzido pela Disney na década de 1940 e que foi inspirado na obra As Aventuras de Pinocchio, escrita por Carlo Collodi. A versão avaliada neste texto é a lançada para Super Nintendo.

História
Assim como no filme, o game conta a história de Pinocchio, o boneco de madeira construído por Gepeto e que desejava se tornar uma criança de verdade, mas para isso deveria provar à Fada Azul que realmente merece, demonstrando ser honesto, corajoso e altruísta.

Gráficos
São excelentes, estando talvez entre alguns dos melhores já vistos no console; os personagens e inimigos são incrivelmente bem feitos e ricamente detalhados; os cenários impressionam pela qualidade e riqueza de detalhes, apresentando várias camadas e criando ambientes espetaculares; a animção do jogo flui impecavelmente.

Som
Excelente; as músicas presentes no jogo são belíssimas, variando conforme o momento, as composições presentes no game transitam entre o agradável, o sombrio e o dramático, contribuindo para a criação de uma experiência ainda mais envolvente; os efeitos sonoros são muito bons.

Jogabilidade
Perfeita, com excelentes controles; em muitos aspectos Pinocchio é um jogo de plataforma bastante tradicional, com algumas fases lineares, pelas quais nosso protagonista deve percorrer, passando por diversos obstáculos e inimigos para chegar ao final do estágio ou cumprir algum objetivo dentro do mesmo.
O design das fases impressiona pela complexidade de alguns cenários, que são bastante amplos e fazem com que o jogador os explore ao máximo, escondendo não apenas segredos extras, mas também os objetivos que devem ser cumpridos naquele nível em particular. Outro ponto de destaque da jogabilidade é sua variedade, pois em muitas fases a mecânica de jogo sofre mudanças consideráveis, o que diversifica a experiência dentro do game, como na fase em que Pinocchio deve imitar os movimentos dos dançarinos que estão ao seu lado em um palco, sendo que os movimentos nesse estágio são feitos através de sequências que o jogador deve fazer com o controle; em outro momento o protagonista deve passar por uma fase no fundo do mar, na qual deve recolher conchas para adqurir peso suficiente e não flutuar, em algumas fases o jogador assume o controle do Grilo Falante, algo que contribui aida mais para dar maior variedade à experiência.
A dificuldade pode ser selecionada, o que contribui para aumentar o fator replay do game; não há meios de salvar o progresso do jogador.

Considerações finais
Pinocchio é realmente um game impressionante, pois o esmero dos produtores no desenvolvimento de todos os aspectos do game deram a este uma perfeição poucas vezes vista em jogos inspirados em filmes, qualidade vista principalmente nos gráficos, trilha sonora e jogabilidade impecáveis, que fazem deste jogo uma verdadeira obra-prima!


Créditos Review: Gabriel
Download: Clique Aqui!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Detonado: Ultimate Mortal Kombat 3 - Todos os Golpes e Fatalities

Dicas:
Menus Secretos:
Sound Test: ←, ↓, Y, Y
Kooler Stuff: ↑, B, A, ←, ↓, Y
Kool Stuff Menu: →, ↑, B, B, A, ↓, ↑, B, ↓, ↑, B
Scott's Stuff: B, A, ↓, ↓, ←, A, X, B, A, B, Y 
Modo Torneio:
Assim que aparecer a primeira tela, fique segurando L+R juntos e fique apertando Start sem soltar o R+L, se feito corretamente, surgirá um tela que você poderá selecionar 8 lutadores para lutar sucessivamente.
Seleção aleatória de personagem:
Na tela de seleção de personagens, pressione ↑+Start.
Jogar com Smoke Humano
Selecione Cyber Smoke, depois mantenha pressionado, ao mesmo tempo, os seguintes botões até iniciar o round: ←,Y,X,L,R.
Mercy:
Para fazer um Mercy, você deve perder 1 round para o seu adversário. No terceiro round quando aparecer "FINISH HIM" você deve segurar o botão "R", apertar "" duas vezes e depois soltar o botão "R". Isso vai ressuscitar seu adversário e dar a oportunidade dele levar mais um Hit antes de morrer. Para realizar o Mercy você deve estar na distância de uma rasteira do oponente.
Babality:
Para fazer um Babality, você não pode usar "bloqueio - (L)" no round da vitória.
Friendship:
 Para fazer um Friendship, você não pode usar "bloqueio - (L)" no round da vitória.

Golpes, Fatalities, Brutalities e Friendships:

Cyber Cyrax 
Granada rápida: Segure A, aperte →,→,X 
Granada lenta: Segure A, aperte ←,←,X 
Rede de energia: ←,←,A 
Teleporte: →, ↓,L 
Teleporte (avanço) no alto: No ar, ↓, →,L, B 


Golpes Fatais 

Fatality1: ↓,↓,↑,↓,Y (qualquer lugar) 

Fatality2: ↓,↓,→,↑+R (perto) 
Brutality: Y,X,Y,X,X,Y,X,Y,X,A,B 
Stage Fatality: R,L,R 
Friend Ship: R,R,R,↑ 
Babality: →,←,←,Y 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y,X,Y,X,←+X (7 hits) 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 
Mão:Y,Y,B (4 hits) 

   Sektor 
Míssil: →,→,B 
Míssil rastreador: →,↓,←,Y 
Teleporte: →,→,A 

Golpes Fatais 
Fatality1: B,R,R,L (Distancia de um chute) 
Fatality2: →,→,→,←,L (Longe) 
Brutality: Y,Y,L,L,X,X,A,A,B,B,Y 
Stage Fatality: R,R,R,↓ 
Friend Ship: R,R,R,R,R,↓ 
Babality: ←,↓,↓,↓,X 

Combos
Mão e Perna: Y,Y,X,X,←+X (6 hits) 
Mão: Y,Y, ↓+B, Voadora + (→,→,A)e um chute (7 hits) 
Perna: X,X (3 hits) 

Cyber Smoke 
Tridente: ←,←,B 
Teleporte de ataque: →,→,A (pode ser feito no ar) 
Camuflagem: ↑,↑,R 
Pegada: No alto, R 

Golpes Fatais 
Fatality 1: ↑,↑,→,↓ ( Vá para o canto da Tela) 
Fatality 2: Segure L+R, aperte ↓,↓,→,↑ e solte (longe)
Brutality: Y,A,A,X,L,L,B,B,Y,Y,L,L 
Stage Fatality: →,→,↓,A 
Friend Ship: R,R,R,X (Tela toda) 
Babality: ↓,↓,←,←,A 

Combos 
Mão e Perna: Voadora + (→,→,A) + (←,←,B) Y,Y,A,X,B (9 hits) 
Mão: Y,Y,B (4 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X (4 hits) 
Perna: X,X (3 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,A,X,←+X (6 hits) 

Ermac 
Bola de energia: ↓,←,B 
Teleporte: ↓,←,Y (pode ser feito no ar) 
Telesinésia: ←,↓,←,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: R,L,R,R,X (perto) 
Fatality2: ↓,↑,↓,↓,↓,L (distante) 
Brutality: Y,Y,B,L,X,A,L,Y,B,A,Y 
Stage Fatality: R,R,R,R,A 
Friend Ship: →,→,→,Y* 
Babality: ↓,↓,←,←,Y 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y,←+B,X,A (6 hits) 
Perna: X,X,A,←+X (5 hits) 
Mão: Y,Y,←+B (aperte 2 vezes ↓,←+Y+B) (5 hits) 

Human Smoke 
Gancho: ←,←,B 
Teleporte: ↓,→,Y (pode ser feito no ar) 
Pegada: No ar, L 

Golpes Fatais
Fatality1: R,L,R,R,X (a um pulo) 
Brutality: Y,Y,L,A,X,Y,X,Y,X,B,A 
Stage Fatality: →,↑,↑,B 
Babality: ←,→,→,R 

Combos 
Mão e Perna: Voadora + (←,←,B) Y,Y,X,←+X (6 hits) 
Mão e Perna: Voadora + (←,←,B) X,X,A,←+X (6 hits) 
Perna: X,X,A,X (5 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X,←+X (5 hits) 

Jade 
Bumerangue alto: ←,→,Y 
Bumerangue reto: ←,→,B 
Bumerangue ↓: ←,→,A 
Bumerangue retornável: ←,←,→,B 
Bloqueio de golpes: ←,→,X 
Chute verde: ↓,→,A 

Golpes Fatais 
Fatality1: ↑,↑,↓,→,Y (distancia de um chute) 
Fatality2: R,R,R,L,R (perto) 
Brutality: Y,A,Y,B,X,X,A,L,L,L,Y,X 
Stage Fatality: ←,→,↓,R 
Friend Ship: →,↓,→,→,X 
Babality: ↓,↓,→,↓,X 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y, ↓+B ,A,X,X,A,←+X (8 hits) 
Mão: Y,Y, ↓+B, ↓+Y (5 hits) 
Perna: X,X,A,X (5 hits) 

Jax Briggs 
Bola de fogo: ←,→,Y 
Dupla bola de fogo: →,→,←,←,Y 
Agarrada e socadas: →,→,B (na pegada, aperte B repetidamente) 
Quebra-costelas: No ar, L 
Batidas violentas: Na pegada do inimigo, aperte Y repetidamente 
Soco no chão: Segure A por 3 Segundos 
Super soco: →,→,→,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: Segure L, aperte ↑,↓,→,↑ (perto) 
Fatality2: R,L,R,R,A (longe) 
Brutality: Y,Y,Y,L,B,Y,Y,Y,L,B,Y 
Stage Fatality: ↓,→,↓,B (perto) 
Friend Ship: A,R,R,A 
Babality: ↓,↓,↓,A 

Combos 
Mão e Perna: X,X, ↓+Y, Y,L,B,←+Y (8 hits) 
Mão: Y,Y,L,B,←+Y (6 hits) 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 

Kabal 
Rodopio: ←,→,A 
Bola de fogo: ←,←,Y 
Chamada de espinhos: ←,←,←,R 

Golpes Fatais 
Fatality1: ↓,↓,←,→,L (distante) 
Fatality2: R,L,L,L,X (perto) 
Brutality: Y,L,A,A,A,X,X,B,B,Y,B 
Stage Fatality: L,L,X (perto) 
Friend Ship: R,A,R,R,↑ 
Babality: R,R,A 

Combos 
Mão: Y,Y, ↓+Y, voadora + bola de fogo (6 hits) 
Mão: Y,Y, ↓+B, ↓,→,Y (5 hits) 
Perna: A,A,←+X (4 hits) 
Perna: A,A,X,←+X (5 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X,←+X (5 hits) 
Mão e Perna: A,A,Y,Y, ↓+Y, voadora + bola de fogo (8 hits) 
Mão e Perna: A,A,Y,Y, ↓+B, ↓,→,Y ( 7 hits) 

Kano 
Arremesso de lâmina: ↓,←,Y 
Corte de lâmina: ↓,→,Y 
Bola de canhão: segure A por 3 segundos 
Bola de canhão diagonal: →,↓,→,X 
Balançada: Perto do inimigo, aperte ↓,→,B 
Pegada: No ar, L 

Golpes Fatais 
Fatality1: Segure B, aperte →,↓,↓,→ (perto) 
Fatality2: B,L,L,X (distancia de um chute) 
Brutality: Y,B,L,B,Y,L,X,A,L,X,A Stage Fatality: 
↑,↑,←,A (perto) 
Friend Ship: A,R,R,X 
Babality: →,→,↓,↓,A 

Combos
Mão e Perna: Y,Y,X,A,←+X (6 hits) 
Mão: Y,Y,↓+B,↓+Y( Voadora + ↓,→,Y, no final da tela) (7 hits)Perna: X,X,A,←+X (5 hits) 
Mão: Y,Y,←+B (deixe segurado A por 3 segundos, Voadora e solte A) 

Kitana 
Sonda de Leque: ←,←,←,Y 
Arremesso de Leque: →,→,Y+B 
Super soco no alto: ↓,←,Y 

Golpes Fatais 
Fatality1: R,R,L,L,A (perto) 
Fatality2: ←,↓,→,→,X (perto) 
Brutality: Y,Y,L,X,L,A,L,Y,L,Y,L 
Stage Fatality: →,↓,↓,A (perto) 
Friend Ship: ↓,←,→,→,B 
Babality: →,→,↓,→,X 

Combos 
Mão: Y,Y,→+B,←+Y (5 hits) 
Perna: X,X,A,←+X (5 hits) 

Kung Lao 
Teleporte: ↓,↑ 
Vôo de ataque: No ar, ↑,↓+X 
Giro: →,↓,→,R,R, continue pressionando R rapidamente 
Arremesso de Chapéu: ←,→B 

Golpes Fatais 
Fatality1: R,L,R,L,↓ (Qualquer lugar) 
Fatality2: →,→,←,↓,Y (Longe) 
Brutality: Y,B,A,X,L,Y,B,A,X,L,Y 
Stage Fatality: ↓,↓,→,→,A 
Friend Ship: R,B,R,A 
Babality: ↓,→,→,Y 

Combos 
Mão e Perna: Y,B,Y,B,A,A,←+X (8 hits) 
Mão e Perna: Y,A,←+X (4 hits) 
Perna: A,A,←+X (4 hits) 

Kurtis Stryker 
Armas: ←,→,Y 
Granada alta: ↓,←,Y 
Granada baixa: ↓,←,B 
Bastão: →,←,B 
Ataque a Bastão: →,→,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: ↓,→,↓,→,L (perto) 
Fatality2: →,→,→,A (Longe) 
Brutality: Y,B,X,A,Y,B,A,X,Y,A,A 
Stage Fatality: →,↑,↑, X 
Friend Ship: B,R,R,B 
Babality: ↓,→,→,←,Y 

Combos 
Mão: Y,Y,B (4 hits) 
Mão e Perna: A,Y,Y,B (5 hits) 
Mão e Perna: X,Y,Y, ↓+B, dê uma voadora e (→,→,X) (7 hits) 
Perna: A,X,←+X (4 hits) 

Liu Kang 
Bola de fogo: →,→,Y (pode ser feito no ar) 
Bola de fogo baixa: →,→, B 
Voadora: →,→, X 
Ataque de bicicleta: Segure A por 3 segundos 
Dupla bicicleta: Faça o bicicleta e antes de soltar A aperte →,← 

Golpes Fatais
Fatality1: →, →,↓,↓,A 
Fatality2: ↑,↓,↑,↑,L+R 
Brutality: Y,B,Y,L,A,X,A,X,B,B,Y 
Stage Fatality: R,L,L,A (perto) 
Friend Ship: R,R,R,↓+R 
Babality: ↓,↓,↓, X 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y,←+B, dê uma voadora, solte uma bola de fogo e aplique →,→,X. (7 hits) 
Perna: A,A,X,A (5 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,L,A,A,X,A (8 hits) 
Mão; Y,Y,←+B (4 hits) 

Millena 
Arremesso de adagas: Segure Y por 1 segundo 
Teleporte de ataque: →,→,A 
Rolada no chão: ←,←,↓,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: ←,←,→,→,A (longe) 
Fatality2: ↓,→,↓,→,B (perto) 
Brutality:Y,B,B,Y,L,X,A,X,L,Y,B 
Stage Fatality: ↓,↓,↓,B 
Friend Ship: ↓, ↓,←,→,Y 
Babality: ↓,↓,→,→,Y 

Combos 
Mão: Y,Y,↑+B,↓+B (5 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X,X,↓,→,A (6 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X,X,↑+A,↑+X (7 hits) 
Perna: X,X,↑+A,↑+X ( 5 hits) 
Perna: X,X,↓,→,↑,A (4 hits) 

Nightwolf 
Flecha: ↓,←,B 
Machado: ↓,Frente,Y 
Empurrão:→,→,A 
Bloqueio de magias: ←,←,←,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: ↑,↑,←,→,L (perto) 
Fatality2: ←,←,↓,Y (distante) 
Brutality: Y,Y,X,A,A,L,L,B,B,Y,X 
Stage Fatality: R,R,L 
Friend Ship: R,R,R,↓ 
Babality: →,←,→,←,B 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y,B,←+X (5 hits) 
Mão e Perna: X,Y,Y,B, (↓, →,Y) dê um chute (6 hits) 
Perna: X,X,←+X ( 4 hits) 

Noob Saibot 
Bola de fumaça: ↓,→,B 
Teleporte: ↓,↑ 
Sombra: →,→,Y 

Golpes Fatais 
Fatality1: ←,←,→,→,A (distância de um chute)* 
Fatality2: ↓,↓,↑,R (perto)* 
Brutality:Y,A,B,L,A,X,Y,B,L,A,X 
Stage Fatality: →,↓,→,L 
Friend Ship: →,→,←,Y* 
Babality:→,→,→,B 

Combos 
Perna: A,A,A,A (5 hits) 
Mão: Y,Y,B,↓,→,X, aplique uma voadora (6 hits) 

Rain 
Bola de paralisia: ↓,→,Y 
Trovão:←,←,Y 
Super chute: ←+X 

Golpes Fatais 
Fatality1: →,→,↓,Y (perto)* 
Fatality2: ↓,↓,←,→,X (distância de um chute)* 
Brutality: Y,Y,L,A,X,L,A,X,L,Y,B 
Stage Fatality: →,↓,→,B 
Friend Ship: ↓,→,→,→,B* 
Babality: →, ↓,↓, Y 

Combos 
Mão: Y,Y,B,Y (5 hits) 
Perna: X,X,A,X,←+X, aplique um gancho (↓,Y) (7 hits) 

Reptile 
Ácido: →,→,Y 
Bola rápida de ácido:→,→,Y+B 
Bola lenta de ácido: ←,←,Y+B 
Deslize: ←+B+A 
Camuflagem :↑,↓,X (Antes aperte ↓ pra ficar fácil) 
Empurrão: ←,←,→,A 

Golpes Fatais 
Fatality1: ←,→,↓,L (Distante) 
Fatality2: →,→,↑,↑,X (Perto) 
Brutality: Y,L,X,X,L,Y,B,A,A,L,Y 
Stage Fatality: L,R,L,L 
Friend Ship: ↓,→,→,←,X (perto) 
Babality: →,→,←,↓,A 

Combos 
Mão: Y,Y,↓+B, complete com uma deslize (5 hits) 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,X,←+X (5 hits) 

Scorpion 
Gancho: ←,←,B 
Teleporte: ↓,←,Y ( pode ser feito no ar) 
Agarrada no alto: No ar, L 

Golpes Fatais 
Fatality1: ↓,↓,↑,X (Distante) 
Fatality2: →,→,→,←,B (Distante) 
Brutality: Y,Y,L,X,X,A,X,Y,Y,B,Y 
Stage Fatality: →,↑,↑,B 
Friend Ship: ←,→,→,←,A 
Babality: ↓,←,←,→,Y 

Combos 
Mão e Perna: Voadora + (←,←+X ( 6 hits) 
Perna: Voadora + (←,←+X (5 hits) 
Perna: X,X,A,A (5 hits) 

Sindel 
Bola de fogo: →,→,B 
Bola de fogo alta: No ar, ↓,→,A 
Vôo: ←,←,→,X (para descer aperte L) 
Grito: →,→,→,Y 

Golpes Fatais 
Fatality1: R,R,L,R,L (distancia de um chute) 
Fatality2: R,L,L,R+L (perto) 
Brutality: Y,L,A,L,A,X,L,X,A,X,A,L,B 
Stage Fatality: ↓, ↓, ↓,B 
Friend Ship: R,R,R,R,↑ 
Babality: R,R,R,↑ 

Combos 
Mão e Perna: X,Y,Y,B,←+X (6 hits) 
Mão e Perna: X,Y,Y,↓+Y, (acrescente uma voadora e complete com uma bola de fogo alta) (7 hits) 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 

Sonya 
Arremesso de auréolas: ↓,→,B 
Agarrada com as pernas: ↓+B+L 
Super soco no alto: →,←,Y 
Bicicleta alta: ←,←,↓,X 

Golpes Fatais 
Fatality1: Segure L+R, aperte ↑,↑,←,↓ (a um pulo) 
Fatality2: ←,→,↓,↓,R (qualquer lugar) 
Brutality: Y,A,L,Y,A,L,Y,B,L,X,A 
Stage Fatality: →,→,↓,Y 
Friend Ship: ←,→,←,↓,R 
Babality: ↓,↓,→,A 

Combos 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 
Mão: Y,Y,↑+B, (Voadora + ↓+B+L ) (6 hits) 
Mão: Y,Y,B,←+Y (5 hits) 

Sub Zero Clássico
Bola de Gelo: ↓, →,B 
Deslize: ←+B+A 
Gelo no chão: ↓, ←,A 

Golpes Fatais 
Fatality 1: ↓,↓,↓,→,Y (perto) 
Fatality 2: ↓,Frente,Frente,→,Y (perto)* 
Brutality: Y,B,Y,L,A,A,X,X,B,Y,B 
Stage Fatality: →,↓,→,→,Y (perto) 
Friend Ship: ↓, ←,←,→,A* 
Babality: ↓,→,→,X 

Combos 
Mão e Perna: Y,Y,A,←+X,→+A (6 hits) 
Mão: Y,Y,B,↓+ B, ↓+Y( Voadora + deslize) (7 hits) 
Perna: A,←+X,→+A (4 hits) 

Sub-Zero sem Máscara 
Bola de gelo: ↓,→,B 
Gelo alto: ↓,→,Y 
Gelo alto longe: ↓,→,←,Y 
Gelo alto perto: ↓,←,→,Y 
Clone de gelo: →,↓,←,B 
Deslize: ←+B+A 

Golpes Fatais 
Fatality1: L,L,R,L,R (perto) 
Fataliyt2: ←,←,↓,←,R (distante) 
Brutality: Y,A,X,B,Y,X,X,Y,Y,B,Y 
Stage Fatality:←,↓,→,→,X 
Friend Ship: A,R,R,↑ 
Babality: ↓,←,←,X 

Combos 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 
Mão e perna: Y,Y,B,A,X,←+X, aplique o deslize (8 hits) 

Shang Tsung 
Bola de fogo: ←,←,Y 
2 Bolas de fogo: ←,←,→,Y 
3 Bolas de fogo: ←,←,→,→,Y 
3 Bolas de erupção: →,→,←,A 

Golpes Fatais 
Fatality1: Segure B, aperte ↓,→,→,↓ (perto) 
Fatality2: Segure B, aperte R,L,R,R (perto) 
Brutality: Y,L,L,L,A,Y,B,B,L,L,L 
Stage Fatality: ↑,↑,←,B 
Friend Ship: A,R,R,↓ 
Babality: R,R,R,A 

Combos 
Mão e Perna: A,Y,Y,B,←+X (6 hits) 
Mão e Perna: Y,Y,B,←+X (5 hits) 
Perna: X,X,←+X (4 hits) 

Transformações 
Clássico Sub Zero: L,L,R,R 
Cyrax: L,L,L 
Ermac: ↓,↓,↑ 
Jade: →,→,↓, ↓+L 
Jax: →,→,↓,B 
Kabal: Aperte rapidamente B,L,X 
Kano: Aperte rapidamente ←,→,L 
Kitana: →,↓,→,R 
Kung Lao: R,R,L,R 
Kurtis Stryker: →,→,→,X 
Liu Kang: →,↓,←,↑,→ (360 graus) 
Millena: R,R,L,X 
Nightwolf: ↑,↑,↑ 
Noob Saibot (Boon e Tobias): Rapidamente →,↓,↓,←,X 
Rain: ↓,←,→,A 
Reptale: R,L,L,X 
Scorpion: ↓,↓,→,B 
Sektor: ↓,→,←,R 
Sindel: ←,↓,←, 
Smoke: →,→,B 
Smoke Human: Aperte rapidamente ↓+R+B+A 
Sonya: ↓+R+A+B+L 
Sub Zero: →,↓,→,Y

 Motaro
Rabada: ←,←,A
Bola flamejante: →,↓,←,Y
Teleporte: ↓,

Shao Kahn
Ombrada: , B.
Joelhada: ,Y.
Marretada: ,Y
Estrela mortal: ,B
Insultar: , A
Dar risada: , X

Créditos Detonado: Lucas

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