sábado, 30 de julho de 2011

Tiny Toon Adventures: Buster Busts Loose

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Gênero: Aventura
Ano: 1993
Fabricante: Konami
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Tiny Toon traz ao Super Nintendo toda a maluquice dos pequenos Looney Tunes e seus episódios na TV em seis estágios. O jogador controla Buster, o Perninha, protagonista da série. O pequeno coelho vive a rotina de um personagem de cartoon, candidato ao estrelato. Precisa atravessar diversos cenários, baseados em temas apresentados na televisão. Precisa percorrer as classes loucas da ACME Looniversity, passear pelo velho-oeste e destruir uma locomotiva desgovernada, enfrentar uma mansão assombrada, viver uma aventura StarWars, etc. Cada fase possui um objetivo e é como se fosse um episódio isolado.

O título possui a jogabilidade básica de um jogo de plataforma, sem muitas surpresas. A exceção é o estágio em que precisamos jogar futebol americano! O time depende da agilidade e velocidade de Perninha para conquistar a vitória, nessa fase muito bem-vinda, que diversifica a jogabilidade. Ao terminar essa fase, fica uma vontade de rejogá-la, tão simples e divertida que é, embora isso não indique que seja tão fácil.

O jogo apresenta cores vibrantes, como o cartoon. Cada nível é detalhado com capricho, e a mesma fase apresenta, muitas vezes, cenários e obstáculos bem distintos e criativos. Em alguns momentos aparecem tarjetas com “jump”. Obedeça-as sem pensar. Em alguns momentos um segundo de hesitação é uma vida que vai pro balaio. Correndo Perninha pode escalar paredes e alcançar plataformas altas e itens escondidos.

O controle funciona perfeitamente, embora pareça estranho nos primeiros momentos do jogo. Um botão para saltar, outro para chutar (com uma pirueta) e L ou R para correr. Durante a corrida a barra se esvazia e Perninha precisa aguardar alguns segundos. Nos estágios em que são necessários muitos momentos seguidos de corrida, há o item de encher a barra que permite que o personagem continue correndo.

Os sons não chamam atenção, são discretos e (bem) produzidos para apenas cumprir seu papel. São apropriados para cada estágio e contam com a habilidade do SNES de produzir músicas de qualidade.

Na mão da Konami, tal matéria-prima só poderia resultar em coisa boa.Tiny Toon Adventures não é um clássico, longe disso, é apenas um plataforma simpático, contudo ainda proporciona muita diversão e bons momentos de entretenimento.




Créditos Review: Edinei Lopes

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Metroid Super Zero Mission

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Gênero: Ação
Ano: 2011
Fabricante: Nintendo
Hacked: BS
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Um hack completo que combina engenhosamente as essências de ambos Super Metroid e Metroid Zero Mission.Um monte de modificações ASM foram utilizados a fim de melhorar consideravelmente a jogabilidade. Apenas as habilidades padrão de Samus são necessários para jogar este hack, mas os jogadores adeptos com técnicas avançadas encontrará amplas oportunidades de usá-las.



O jogo conta com gráficos bem fiéis do Zero Mission de GBA e com uma grande riqueza de detalhes do personagem e dos cenários.


A trilha sonora combina de forma excepcional nas mais variadas situações do jogo.

Apesar do jogo possuir uma rota similar ao do Super Metroid original,a dificuldade é bem mais alta,seja ela pelo poder maior dos inimigos ou a nova localização dos Power-Ups da Samus.


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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Fatal Fury Special

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Gênero: Luta
Ano: 1994
Fabricante: SNK/Takara
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Fatal Fury Special é um dream match, ou seja, algo que na cronologia da série (que se divide em duas após Fatal Fury 2, onde uma segue a série ‘The King of Fighters’ e outra continua por FF3, Real Bout e Garou: mark of the wolves) não interfere em nada. Se quiser pegue a história do Fatal Fury 2 e de uma reciclada que NÃO faz diferença. Pois bem, a segunda edição do torneio King of Fighters mudou, de algo localizado em South Town, para algo global, patrocinado pelo Nobre Alemão Wolfgang Krauser, e nele, diversos lutadores, por suas diversas razões competem para se tornarem o rei dos lutadores.

A engine é a mesma de Fatal Fury 2, e as únicas mudanças notadas são algumas trocas da paleta da segunda roupa dos lutadores. (A de Terry mudou de azul para preta), o jogo tem três modos, o Arcade, o Vs e o Count Mode, os dois primeiros são auto explicativos, e o terceiro, é interessante, pois você deve derrotar o máximo de lutadores possíveis em três minutos, o seu lutador tem sangue infinito e quando você apanha, perde pontos.

A jogabilidade ainda não estava em seu ápice da série Fatal Fury (que seria o primeiro Real Bout), mas era melhor que seus antecessores. Uma confissão, nunca soube as movelists da maioria dos personagens, então sempre joguei com terry, andy, joe, mai, kim, geese, krauser, axel hawk (pensando bem é a METADE dos personagens). Mas ainda assim alguns movimentos que a CPU faz, são impossíveis de se reproduzir, ainda mais no controle do SNES.

Graficamente é muito bonito, acho eu que superior a Super Street II, com os personagens se movimentando bem, indo de um plano a outro de batalha com mais profundidade que as lutas bidimensionais de SSF. Os cenários são variados, indo de um trem em movimento, um barco passeando por Veneza (Esse cenário foi relembrado em KOF 94), além de um sensacional efeito de tempo entre os rounds, mudando de um dia claro, até o entardecer, terminando na noite.

Antigamente a SNK mandava ver em trilhas de seus jogos, e elas ficaram muito bem adaptadas ao SNES, com a diferença de hardware entre os dois consoles (Neo-Geo – SNES), há um notável trabalho na conversão da trilha. Em especial, as faixas de Geese Howard, Terry Bogard e Jubei Yamada estão ótimas. A Faixa de Terry inclusive se tornou tema do Fatal Fury Team em KOF 96 e remixada para o Terry nos KOF’s 97 e 98.

Finalizando, mesmo com falhas, Fatal Fury Special no SNES é uma excelente experiência de luta no SNES. Pode não ter vendido tanto, mas se comparar que o jogo está mais fiel em relação ao original do arcade que Super Street II (Lançado em ano em que o Turbo já era realidade) e inclusive contando com o lutador secreto possível de se habilitar, coisa que não tinha no SSF de SNES.


Créditos Review: Kyo



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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Super Star Wars: The Empire Strikes Back

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Gênero: Ação
Ano: 1993
Fabricante: LucasArts

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A história deste jogo é baseada no Episódio V: O Império Contra-Ataca, mas com algumas concessões, a fim de que o enredo fosse mehor aproveitado em um jogo.

Gráficos

Os gráficos de The Empire Strikes Back são muito bons, assim como os de seu antecessor; os personagens, veículos, inimigos e cenários são muito bem feitos e fiéis ao filme; as fases de pilotagem de veículos ainda são feitas em Mode 7.

Som

Também é muito bom, algumas das músicas presentes no game são as mesmas presentes no filme, com destaque para a Marcha Imperial; os efeitos sonoros também são muito bons, pois representam bem aquilo a que se propõem.

Jogabilidade

Neste aspecto, alguns pontos permaneceram intocados, enquanto outros foram alterados; a estrutura básica de Super Star Wars, com mistura de fases de plataforma/ação com pilotagem de naves foi mantida. Sobre as fases em que se controlam personagens, é possível jogar com Luke Skywalker e Han Solo, mas Luke, após certo ponto do jogo, torna-se capaz de utilizar alguns poderes da Força; porém, o personagem a ser utilizado na fase já é predeterminado, não podendo o jogador escolher como no game anterior. Com relação as fases de pilotagem de naves, o jogador controlará naves conhecidas como o Snowspeeder e a Millenium Falcon. Os controles foram aprimorados, com a adição do pulo duplo para todos os personagens; a dificuldade continua alta, mas agora o game disponibiliza um sistema de password.

Considerações finais

Super Star Wars: The Empire Strikes Back é um ótimo jogo, pois não apenas reproduziu o muito bem o universo do Episódio V: O Império Contra-Ataca, mas também porque proporciona um excelente desafio; recomendado tanto para os fãs de Star Wars quanto para aqueles que buscam um bom desafio!




Créditos Review: Gabriel

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